Logo Passei Direto
Buscar
Para Candau (2011), “diversidade de ritmos, de estilos cognitivos, de modos de aprender e traços de personalidade são considerados componentes dos processos de aprendizagem e a construção de estratégias pedagógicas que os levem em consideração são preocupações presentes entre os educadores e educadoras.”.
A esse fato, pode-se afirmar a importância em fomentar:
A cooperação entre os sujeitos de forma tal que não permita que as especificidades e singularidades das pessoas sejam exteriorizadas
A competição entre os sujeitos para que compreendam a importância de serem os melhores e obterem sucesso
A coexistência entre os sujeitos de forma tal que se compreendam em suas diferenças e passem a se valorizar e valorizar o outro a partir delas
A invisibilização das diferenças para que se crie um sentimento único de sujeitos e fomentem a cidadania da unidade nacional
O silenciamento das diferenças para que todos possam se enquadrar em uma mesma normatividade social
User badge image
Discussões sobre Sociologia da Educação

ano passado

Respostas

User badge image

Ed Verified user icon

ano passado

A afirmação de Candau (2011) destaca a importância de reconhecer e valorizar a diversidade nos processos de aprendizagem. Diante das opções apresentadas, a mais adequada é: A coexistência entre os sujeitos de forma tal que se compreendam em suas diferenças e passem a se valorizar e valorizar o outro a partir delas. Essa opção reflete a necessidade de promover um ambiente educacional inclusivo, onde as singularidades de cada indivíduo são respeitadas e valorizadas, contribuindo para um aprendizado mais significativo e colaborativo.

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0
details

Libere essa resposta sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Ainda com dúvidas?

Envie uma pergunta e tenha sua dúvida de estudo respondida!

Mais perguntas desse material

Para Roseli Cavalcante, em seu artigo Colaboração entre pais e escola: educação abrangente, “uma das principais razões porque escolas e pais tão raramente colaboram uns com os outros é a falsa crença entre muitos educadores de que a escola é impotente para afetar de maneira positiva as famílias dos alunos. Muitos acreditam que crianças que vem de famílias ‘disfuncionais’ ou ‘carentes’ são incapazes ou desmotivadas, e destinadas a falhar na sua escolaridade, tendo o seu futuro já predeterminado na sociedade.” (id, ibdem: 02). A esse fator, afirma-se:
A escola deve criar projetos que insiram a comunidade local dentro da escola para que ela possa balizar quais conteúdos devem ser trabalhados em sala de aula por meio de votação democrática
A escola tem que obrigar a participação dos responsáveis das/os alunas/os para que eles façam parte do cotidiano escolar. Para tanto, deve-se acionar o conselho tutelar caso não ocorra a presença dos responsáveis
A escola pode pensar em abordagens que criem um diálogo entre escola-comunidade-família com o objetivo de inserir a todos em um processo educacional que possibilite melhorias sociais locais
A escola precisa compreender que não cabe a ela quaisquer mudanças sociais por ser apenas uma instituição que tem como objetivo propagar o conhecimento educacional obrigatório
A escola necessita modificar a sua estrutura predial com o objetivo de criar um diálogo com a família, onde a sua presença será de fundamental importância para delimitar os temas que poderão ser trabalhados ou estarão censurados

As salas de aula nunca são iguais entre si pelo fato de que elas são constituídas por alunas/os das mais variadas regiões, classes, famílias, etc que são subjetivadas por estas questões. Para tanto, deve-se ter atenção a estas especificidades para que a prática docente possa ocorrer de forma positiva. Portanto, recomenda-se:
Não sabe a escola se atentar as especificidades discentes por ser uma instituição que tem como propósito educar todos igualmente, de acordo com as leis e normas vingentes nacionais
Valorizar as coletividades de forma que as especificidades sejam silenciadas e invisibilizadas para que possamos criar um sentimento de unidade, onde todos sejam iguais e padronizados
Valorizar as coletividades com o propósito de criar uma ordem normalizadora para que qualquer pessoa que esteja a sua margem saiba qual comportamento deverá seguir corretamente
Valorizar as individualidades com o propósito de que as pessoas compreendam que há uma ampla quantidade de diferenças entre todo mundo e justamente por isso a sociedade é constituída de forma plural
Valorizar as individualidades pelo entendimento de que independentemente de seus comportamentos, todos devem ser valorizados. Mesmo quando há manifestações discriminatórias

Mais conteúdos dessa disciplina