Ed
ano passado
Vamos analisar as informações apresentadas no caso clínico: 1. Paciente do sexo feminino, 35 anos: A idade e o sexo não são determinantes diretos para o diagnóstico, mas são informações relevantes. 2. Lesões papulonodulares eritematosas em todo o corpo: Isso sugere uma condição dermatológica que pode estar relacionada à hanseníase. 3. Espessamento de nervos ulnar, bular e tibial posterior bilateralmente: O espessamento dos nervos é um sinal clássico de hanseníase, indicando envolvimento neurológico. 4. História do esposo com diagnóstico de hanseníase: Isso aumenta a suspeita de que a paciente também possa ter a doença, considerando a transmissão. Agora, vamos analisar as alternativas: A) Hanseníase multibacilar tuberculoide; baciloscopia positiva; e tratamento com Rifampicina e Dapsona. - A forma tuberculoide é geralmente paucibacilar, e a baciloscopia seria negativa. B) Hanseníase paucibacilar indeterminada; baciloscopia negativa; e tratamento com Rifampicina e Dapsona. - A forma indeterminada não apresenta espessamento de nervos e não se encaixa bem no quadro. C) Hanseníase paucibacilar tuberculoide; baciloscopia negativa; e tratamento com Rifampicina e Dapsona. - A forma tuberculoide é correta, mas a paciente apresenta características que sugerem uma forma multibacilar. D) Hanseníase multibacilar dimorfa; baciloscopia negativa; e tratamento com Rifampicina, Clofazimina e Dapsona. - A forma dimorfa pode ser uma possibilidade, mas a baciloscopia geralmente seria positiva. E) Hanseníase multibacilar virchowiana; baciloscopia positiva; e tratamento com Rifampicina, Clofazimina e Dapsona. - A forma virchowiana é uma forma multibacilar, e a baciloscopia seria positiva. Diante da análise, a opção que melhor se encaixa no quadro clínico apresentado é a E) Hanseníase multibacilar virchowiana; baciloscopia positiva; e tratamento com Rifampicina, Clofazimina e Dapsona.


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