Logo Passei Direto
Buscar
Paciente do sexo feminino, 35 anos, procedente de Mateiros-TO, com história de lesões papulonodulares eritematosas em todo o corpo, principalmente tronco e membros há 30 dias e, ao exame físico com espessamento de nervos ulnar, bular e tibial posterior bilateralmente. Referia que esposo teve diagnóstico de hanseníase há 4 meses e estava em uso de poliquimioterapia. O provável diagnóstico da paciente acima, o resultado esperado de baciloscopia de linfa e o tratamento recomendado são:
A Hanseníase multibacilar tuberculoide; baciloscopia positiva; e tratamento com Rifampicina e Dapsona.
B Hanseníase paucibacilar indeterminada; baciloscopia negativa; e tratamento com Rifampicina e Dapsona.
C Hanseníase paucibacilar tuberculoide; baciloscopia negativa; e tratamento com Rifampicina e Dapsona.
D Hanseníase multibacilar dimorfa; baciloscopia negativa; e tratamento com Rifampicina, Clofazimina e Dapsona.
E Hanseníase multibacilar virchowiana; baciloscopia positiva; e tratamento com Rifampicina, Clofazimina e Dapsona.
User badge image
Aprendendo com Desafios

ano passado

Respostas

User badge image

Ed Verified user icon

ano passado

Vamos analisar as informações apresentadas no caso clínico: 1. Paciente do sexo feminino, 35 anos: A idade e o sexo não são determinantes diretos para o diagnóstico, mas são informações relevantes. 2. Lesões papulonodulares eritematosas em todo o corpo: Isso sugere uma condição dermatológica que pode estar relacionada à hanseníase. 3. Espessamento de nervos ulnar, bular e tibial posterior bilateralmente: O espessamento dos nervos é um sinal clássico de hanseníase, indicando envolvimento neurológico. 4. História do esposo com diagnóstico de hanseníase: Isso aumenta a suspeita de que a paciente também possa ter a doença, considerando a transmissão. Agora, vamos analisar as alternativas: A) Hanseníase multibacilar tuberculoide; baciloscopia positiva; e tratamento com Rifampicina e Dapsona. - A forma tuberculoide é geralmente paucibacilar, e a baciloscopia seria negativa. B) Hanseníase paucibacilar indeterminada; baciloscopia negativa; e tratamento com Rifampicina e Dapsona. - A forma indeterminada não apresenta espessamento de nervos e não se encaixa bem no quadro. C) Hanseníase paucibacilar tuberculoide; baciloscopia negativa; e tratamento com Rifampicina e Dapsona. - A forma tuberculoide é correta, mas a paciente apresenta características que sugerem uma forma multibacilar. D) Hanseníase multibacilar dimorfa; baciloscopia negativa; e tratamento com Rifampicina, Clofazimina e Dapsona. - A forma dimorfa pode ser uma possibilidade, mas a baciloscopia geralmente seria positiva. E) Hanseníase multibacilar virchowiana; baciloscopia positiva; e tratamento com Rifampicina, Clofazimina e Dapsona. - A forma virchowiana é uma forma multibacilar, e a baciloscopia seria positiva. Diante da análise, a opção que melhor se encaixa no quadro clínico apresentado é a E) Hanseníase multibacilar virchowiana; baciloscopia positiva; e tratamento com Rifampicina, Clofazimina e Dapsona.

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0
details

Libere essa resposta sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Ainda com dúvidas?

Envie uma pergunta e tenha sua dúvida de estudo respondida!

Essa pergunta também está no material:

Mais perguntas desse material

Muitos indivíduos infectados pelo M. leprae não desenvolvem a doença, fato atribuído à resistência natural contra o bacilo, sendo correto que:
Qual das alternativas a seguir é correta?
A A fisiopatogenia da hanseníase independe da ativação dos macrófagos teciduais, que assumem dois fenótipos distintos, classificados como M1, quando se apresentam como células epitelioides predominantes nos granulomas do polo tuberculoide, ou M2, quando se apresentam como células vacuoladas não prevalentes no polo virchowiano da doença.
B A fisiopatogenia da hanseníase depende da ativação dos macrófagos teciduais, que assumem dois fenótipos indistintos, classificados como M1, quando se apresentam como células epitelioides predominantes nos granulomas do polo tuberculoide, ou M2, quando não se apresentam como células vacuoladas prevalentes no polo virchowiano da doença.
C A fisiopatogenia da hanseníase depende da ativação dos macrófagos teciduais, que assumem dois fenótipos distintos, classificados como MA, quando se apresentam como células epitelioides predominantes nos granulomas do polo não tuberculoide, ou M2, quando se apresentam como células vacuoladas prevalentes no polo virchowiano da doença.
D A fisiopatogenia da hanseníase depende da ativação dos macrófagos teciduais, que assumem dois fenótipos distintos, classificados como M1, quando se apresentam como células epitelioides predominantes nos granulomas do polo tuberculoide, ou M2, quando se apresentam como células vacuoladas prevalentes no polo virchowiano da doença.

Mais conteúdos dessa disciplina