Ed
ano passado
Vamos analisar as alternativas uma a uma, considerando o contexto da entrevista com Marcos Bagno e sua defesa do uso de formas linguísticas coloquiais, ao mesmo tempo em que utiliza a norma padrão. a) Defende que a quantidade de falantes do português brasileiro ainda é insuficiente para acabar com a hegemonia do antigo colonizador. - Essa opção não reflete a ideia central da defesa de Bagno, que é sobre a legitimidade do português brasileiro. b) Adapta o nível de linguagem à situação comunicativa, uma vez que o gênero entrevista requer o uso da norma padrão. - Esta opção faz sentido, pois em uma entrevista, especialmente em um contexto formal, é comum usar a norma padrão, mesmo que se defenda o uso de formas coloquiais. c) Acredita que a língua genuinamente brasileira está em construção, o que o obriga a incorporar em seu cotidiano a gramática normativa do português europeu. - Embora Bagno defenda a língua brasileira, essa opção não reflete a ideia de que ele "obrigatoriamente" incorpora a gramática normativa do português europeu. d) Apresenta argumentos carentes de comprovação científica e, por isso, defende um ponto de vista difícil de ser verificado na materialidade do texto. - Essa opção não é adequada, pois a argumentação de Bagno é baseada em observações e reflexões sobre a língua. e) Propõe que o padrão normativo deve ser usado por falantes escolarizados como ele, enquanto a norma coloquial deve ser usada por falantes não escolarizados. - Essa opção sugere uma divisão que não é o foco da defesa de Bagno, que busca a valorização do português brasileiro como um todo. Após essa análise, a alternativa que melhor se encaixa na explicação do uso da norma padrão na entrevista é: b) adapta o nível de linguagem à situação comunicativa, uma vez que o gênero entrevista requer o uso da norma padrão.
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