Ed
há 10 meses
A afirmação pode ser vista como ignorando as estratégias que rompem os estigmas ao não considerar a diversidade e a autonomia dos alunos. Ao defender um modelo tradicional de ensino, pode-se deixar de lado abordagens que valorizam a individualidade e as diferentes formas de aprendizado, essenciais para uma educação inclusiva e que respeite as particularidades de cada estudante. Além disso, a separação de gênero, se exagerada, pode reforçar estigmas e limitar o potencial de interação e aprendizado entre os alunos.
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