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Leia a passagem de texto a seguir: 'O termo nova história cultural foi difundido a partir dos anos 1980, mas, entre alguns autores que analisaram a sua definição, ela possui dois eixos de identificação: os que defendem que está ligada diretamente, como herdeira e ao mesmo tempo questionadora, de uma história cultural que tem raízes desde o século XVIII; em segundo, aqueles que acreditam que este 'movimento’ possui raízes mais recentes, vinculadas objetivamente na tradição historiográfica francesa, conhecida como história das mentalidades, surgida após os anos 1960'.
De acordo com os conteúdos do livro-base Metodologia do Ensino de História, na História Cultural, temas antes tidos como não históricos, como boemia, prostituição, leitura, religiosidade popular etc., passaram a ocupar o primeiro plano no trabalho de diversos pesquisadores. Dessa maneira, estabeleciam-se duas trincheiras: de um lado os historiadores que privilegiam a estrutura dando a seu texto um caráter analítico e de outro, aqueles que privilegiam...
A a crítica
B os aspectos quantitativos
C a política e a religião
D a escrita dos fatos
E a cultura e o cotidiano
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Discussões sobre Licenciatura em História

há 2 anos

Respostas

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há 2 anos

Vamos analisar as alternativas em relação ao contexto da História Cultural mencionado no texto: A) a crítica - Embora a crítica possa ser um aspecto abordado, não é o foco principal que se destaca na História Cultural em relação à estrutura e à análise. B) os aspectos quantitativos - A História Cultural geralmente não se concentra em aspectos quantitativos, mas sim em aspectos qualitativos e interpretativos. C) a política e a religião - Embora esses temas possam ser relevantes, eles não são os principais focos da nova história cultural, que se concentra mais em aspectos do cotidiano e da cultura. D) a escrita dos fatos - A escrita dos fatos é uma parte importante da historiografia, mas não é o que distingue as duas trincheiras mencionadas. E) a cultura e o cotidiano - Esta alternativa se alinha perfeitamente com a ideia de que temas antes considerados não históricos, como boemia, prostituição e religiosidade popular, passaram a ser valorizados na História Cultural. Com base nessa análise, a alternativa que melhor representa a ideia central do texto é: E) a cultura e o cotidiano.

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Leia o fragmento de texto a seguir: "Para entendermos a mitologia grega como um todo, precisamos estabelecer certa cronologia, ao menos para entender a formação do mundo grego. Devido a isso, vamos voltar a milhares de anos na história e entrar na mitologia sabendo que: eles tratavam todos os deuses com amor e respeito, todo deus deveria ser amado e temido; a grande maioria dos fenômenos ou acontecimentos eram tratados como um fenômeno divino; a religião na época era a maior fonte de poder do Estado, e isso perdurou por muito tempo, até os tempos do renascimento".
Na cultura brasileira contemporânea, também há mitos sobre a origem do mundo. De acordo com os conteúdos do livro-base Metodologia do Ensino de História, podemos dizer que muitas vezes o passado é mítico. Nesse sentido, podemos afirmar que:
I. Os mitos produzidos por gregos e romanos revelam uma consciência histórica próxima daquela que norteia a prática dos historiadores atualmente.
II. Heródoto, um historiador grego da antiguidade, registrava as histórias que ouvia com o máximo de informações possíveis.
III. As histórias registradas por Heródoto eram baseadas em fatos reais vividos pelas pessoas com quem ele convivia.
IV. Heródoto advertia seus leitores que alguns fatos das suas histórias eram mitos.
V. Os historiadores atualmente se valem de Heródoto e consideram importante que os fatos sejam registrados com muitos detalhes, no entanto, não há necessidade de diferenciar o falso do verdadeiro.
A I, II e III apenas.
B I, II e IV apenas.
C II, IV e V apenas.
D III e IV apenas.
E I, IV e V apenas.

Considere o extrato de texto a seguir: "Públicas ou privadas, as cartas, em alguns momentos, foram os principais registros do passado sem as quais seria impossível a construção de uma memória. Se o público leitor se mostra interessado por esses documentos, a academia também. A área da literatura utiliza-se enormemente dessas fontes, fato que se dá de maneira mais recente com a história da educação, beneficiada com as transformações que ocorrem no campo da história, em especial a história cultural. A utilização das cartas e demais arquivos pessoais como objeto de pesquisa, tem ganhado amplo destaque entre os pesquisadores da história da educação".
Tendo em vista essa passagem de texto e conforme os conteúdos do livro-base Metodologia do Ensino de História com relação aos objetivos dos Parâmetros Curriculares Nacionais para o ensino de História, é correto afirmar que, ao longo do Ensino Fundamental, os conteúdos relativos à disciplina de História deverão ser conduzidos de modo que, dentre outros aspectos, os alunos venham a:
A Estudar o patrimônio sociocultural independentemente da diversidade dos povos.
B Utilizar e impor métodos de pesquisa positivista, aprendendo a pesquisar a distância.
C Questionar e impor sua realidade, atuando politicamente em instituições e organizações não partidárias.
D Conhecer e respeitar o modo de vida de diferentes grupos sociais, em diversos tempos e espaços, em suas manifestações culturais, econômicas, políticas e sociais, reconhecendo semelhanças e diferenças entre eles.
E Construir teorias históricas originais para explicar questões da modernidade sem levar em consideração outros tempos e espaços.

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