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Raymond Aron (2002), ao apresentar a obra “Da divisão do Trabalho Social“, de Émile Durkheim, chama a atenção para a distinção entre os conceitos de solidariedade mecânica e orgânica, que corresponderiam à duas formas extremas de organização social.
Para caracterizar os dois tipos ele utiliza, respectivamente, os termos:
coerção e consenso.
passividade e iniciativa.
semelhança e diferenciação.
tradição e carisma.
anomia e consciência.
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Aprendendo Através de Exercícios

ano passado

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ano passado

Para responder à sua pergunta, precisamos entender os conceitos de solidariedade mecânica e orgânica propostos por Émile Durkheim. A solidariedade mecânica é típica de sociedades mais simples, onde as pessoas compartilham valores e crenças semelhantes, resultando em uma forte coesão social baseada na semelhança. Já a solidariedade orgânica é característica de sociedades mais complexas, onde a interdependência entre indivíduos com funções diferentes gera coesão social através da diferenciação. Analisando as alternativas: a) coerção e consenso - Refere-se a formas de controle social, mas não caracteriza diretamente os tipos de solidariedade. b) passividade e iniciativa - Não se relaciona diretamente com os conceitos de Durkheim. c) semelhança e diferenciação - Esta opção se alinha perfeitamente com a caracterização da solidariedade mecânica (semelhança) e orgânica (diferenciação). d) tradição e carisma - Não são termos utilizados por Durkheim para descrever esses tipos de solidariedade. e) anomia e consciência - Embora sejam conceitos importantes na obra de Durkheim, não se referem diretamente às formas de solidariedade. Portanto, a alternativa correta é: c) semelhança e diferenciação.

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Aristóteles, ao definir o homem como um “animal político”, objetivou destacar que o homem é essencialmente um:
defensor de seu partido político.
adepto da política liberal.
eficaz funcionário público.
membro de instituição social.
ser que, para atingir a eudaimonia, precisa estar na polis.

A constituição da sociedade moderna, ou modernidade, é resultado de um processo histórico e social que culminou em um novo modo de produção e atingiu o ápice com a chamada dupla revolução — Revolução Industrial e Revolução Francesa. Esse novo modo de produzir da sociedade moderna engendrou outra forma de relacionamento entre as pessoas, o individualismo.
Certo, pois nessas revoluções começa a se fortalecer a concepção de indivíduo autônomo dos condicionantes sociais e mesmo naturais.
Errado, pois essas duas revoluções são conservadoras (industrial) e socialista (francesa), marcadas pela busca do coletivo.
Certo, pois ocorre um grande processo de autonomização do indivíduo em relação aos elementos sociais (sobretudo feudais). No entanto, manteve-se a mesma relação humano-natureza dos tempos feudais.
Errado, pois o individualismo, como entendemos hoje, se iniciou somente com a queda do Muro de Berlim e o fim das grandes narrativas.
Certo, pois acompanhou o processo de autonomização do indivíduo que foi potencializado nos sistemas totalitários do século XX.

“No século XVIII, as noções de liberdade e igualdade avançaram com a original concepção política firmada na vontade geral (do povo), elaborada pelo “cidadão de Genebra” (Suíça) Jean-Jacques Rousseau (1712-1778). Aspectos avançados do seu pensamento decorrem do entendimento de que cada cidadão pode transferir sua liberdade e seus bens apenas para a comunidade (interpretada como corpo único) da qual ele faz parte” (ARANHA e MARTINS, 2016, p. 249). A partir do trecho e de seus conhecimentos sobre a filosofia política de Rousseau, é correto afirmar que o contrato social:
para ser legítimo tem a sua origem no consentimento unânime entre os indivíduos.
no caso, cada sujeito se aliena de forma total ao abdicar sem reservas de todos os seus direitos em favor da comunidade. No entanto, tendo em vista que cada um é parte integrante da comunidade, ao abdicar de sua liberdade pelo pacto, ou seja, em prol da obediência da lei, acaba por obedecer a si mesmo e, assim, é livre.
antecede ao estado de natureza, já que consiste em um termo pré-civil.
expõe que obedecer à vontade geral consiste em algo ilusório e metafísico.
origina-se da discórdia entre os indivíduos, por isso uma das principais frases do pensador é a seguinte: “o homem é lobo do próprio homem”.
O contrato social, necessariamente, leva para a constituição de uma sociedade com alto grau de desigualdade. Esse pensamento leva o autor a defender o retorno para sociedade de natureza.

Sobre a relação indivíduo e sociedade definida pelos autores clássicos da Sociologia, é correto afirmar que:
Weber concorda com Durkheim quando afirma que as normas, os costumes e as regras sociais não são algo externo ao indivíduo, mas estão internalizados e, com base no que traz dentro de si, ele escolhe condutas e comportamentos, dependendo das situações que se lhe apresentam.
Durkheim e Marx concordam na força que o indivíduo tem na formação da sociedade, sendo amplamente considerados como autores individualistas. Alguns os criticando como jusnaturalistas do século XX.
Émile Durkheim afirma que a sociedade nem sempre prevalece sobre o indivíduo. As leis e regras dependem dele e dão sentido de integração entre os membros da sociedade.
Karl Marx afirma que existem condicionamentos estruturais que levam o indivíduo, os grupos e as classes para determinados caminhos, sendo impossível a reação e transformação de tais condicionamentos.
Max Weber tem como preocupação central compreender o indivíduo e suas ações. A sociedade existe concretamente, mas não é algo externo e acima das pessoas. Trata-se do conjunto das ações dos indivíduos relacionando-se reciprocamente.

Os pensadores Thomas Hobbes, John Locke e Jean-Jacques Rousseau, (contratualistas clássicos ou jusnaturalistas), partem da ideia de direito natural e do contrato como forma de regulação das relações entre governantes e governados. Sobre o assunto, informe se é (V) verdadeiro ou (F) falso o que se afirma a seguir:
( ) Para Thomas Hobbes o homem vive em conflito permanente, onde a violência e a insegurança predominam.
( ) John Locke parte da ideia de contrato social como mediador da passagem do estado de natureza para o Estado Civil.
( ) Jean-Jacques Rousseau entende que para um governo garantir sua legitimidade, é necessário que responda aos anseios do rei.
( ) Para John Locke a propriedade é um direito natural.
( ) Thomas Hobbes pretende dar uma justificativa sobrenatural para a existência do Estado (absolutista).
A sequência correta de cima para baixo é: F, V, F, V, V.
V, V, V, F, F.
V, V, F, V, F.
F, F, V, V, V.
F, F, V, F, V.

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