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Filosofia do Direito

Colégio Objetivo
O Direito é tanto uma forma de entender o fenômeno jurídico, enfim, uma construção, isto é, um conjunto de princípios ético-sociais. Ou seja, está-se afirmando que o sentido primeiro de Direito natural é de uma postura epistemológica, portanto ele não se encontra no mesmo patamar que o Direito elaborado pelo.
Complete a lacuna:
a) positivo / jurista
b) natural / legislador
c) natural / jurista
d) legislador / jurista
e) positivo / legislador
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Para completar a frase, precisamos entender a distinção entre Direito natural e Direito positivo. O Direito natural é visto como um conjunto de princípios ético-sociais que não depende da legislação, enquanto o Direito positivo é aquele que é elaborado e codificado por instituições, como o legislador. Analisando as opções: a) positivo / jurista - Esta opção não faz sentido, pois o jurista não elabora o Direito positivo, mas sim o legislador. b) natural / legislador - Esta opção é incorreta, pois o Direito natural não é elaborado pelo legislador. c) natural / jurista - Esta opção também não é correta, pois o jurista não elabora o Direito natural. d) legislador / jurista - Esta opção não se encaixa, pois o legislador elabora o Direito positivo, não o natural. e) positivo / legislador - Esta opção é a mais adequada, pois afirma que o Direito natural é uma construção epistemológica que não se encontra no mesmo patamar que o Direito positivo, que é elaborado pelo legislador. Portanto, a alternativa correta é: e) positivo / legislador.

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Chamamos de julgamento (isto é, a faculdade graças à qual dizemos que uma pessoa julga compreensivamente) a percepção acertada do que é equitativo. Uma prova disto é o fato de dizermos que uma pessoa equitativa é, mais que todas as outras, um juiz compreensivo, e identificamos a equidade com o julgamento compreensivo acerca de certos fatos. E julgamento compreensivo é o julgamento em que está presente a percepção do que é equitativo, e de maneira acertada; e julgar acertadamente é julgar segundo a verdade.
Na direção do que aponta o texto de Aristóteles, verifica-se que o ser humano, de modo constante, exerce a arte de julgar. Assim o faz em situações determinadas do cotidiano, decidindo acerca de suas condutas e das dos outros, analisando medidas e fatos e avaliando situações. Com o operador do direito não é diferente, mormente com magistrados, agentes responsáveis pela tomada de decisões nas relações processuais. Com base nesse entendimento e no texto acima apresentado, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas. I.A relação processual pressupõe o julgamento, o qual representa, para o magistrado, um agir com deliberações, uma vez que, ao decidir, esse operador jurídico se baseia na antecedente análise dos fatos e, de modo reflexivo, atinge o seu convencimento diante das provas apresentadas pelas partes no âmbito do processo. PORQUE II.Ao analisar os fatos apresentados na relação processual, o magistrado deve ser equânime e aproximar-se das partes envolvidas, para formar o seu convencimento com base nas opiniões por elas emitidas, o que lhe permite deliberar de modo mais sensato, justo e compreensivo com todos.A respeito das asserções, assinale a opção correta.
I. A relação processual pressupõe o julgamento, o qual representa, para o magistrado, um agir com deliberações, uma vez que, ao decidir, esse operador jurídico se baseia na antecedente análise dos fatos e, de modo reflexivo, atinge o seu convencimento diante das provas apresentadas pelas partes no âmbito do processo.
II. Ao analisar os fatos apresentados na relação processual, o magistrado deve ser equânime e aproximar-se das partes envolvidas, para formar o seu convencimento com base nas opiniões por elas emitidas, o que lhe permite deliberar de modo mais sensato, justo e compreensivo com todos.
a) As asserções I e II são proposições falsas.
b) A asserção I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira.
c) A asserção I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa.
d) As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.
e) As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.

Neste sentido, lei é o preceito comum e obrigatório, emanado do Poder Legislativo, no âmbito de sua competência. A lei possui duas ordens de caracteres: substanciais e formais. 1º) Caracteres Substanciais - Como a lei agrupa normas jurídicas, há de reunir também os caracteres básicos destas: generalidade, abstratividade, bilateralidade, imperatividade, coercibilidade. É indispensável ainda que o conteúdo de lei expresse o bem comum. 2º) Caracteres Formais - Sob o aspecto de forma, a lei deve ser: escrita, emanada do Poder Legislativo em processo de formação regular, promulgada e publicada.
Com base no texto e nas assertivas a seguir, responda: Assertiva I - A lei é uma norma comum e geral, estabelecida em vista de todos os casos de uma mesma espécie de fato. Assertiva II - A lei é individualizada, ou seja, não obriga igualmente a todos os sujeitos.
Assertiva I - A lei é uma norma comum e geral, estabelecida em vista de todos os casos de uma mesma espécie de fato.
Assertiva II - A lei é individualizada, ou seja, não obriga igualmente a todos os sujeitos.
a) A assertiva I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
b) As assertivas I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.
c) As assertivas I e II são proposições falsas.
d) As assertivas I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.
e) A assertiva I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.

Na vida jurídica não apenas a linguagem da lei deve reunir os predicados de simplicidade, clareza e concisão, também a constante dos contratos e de outras modalidades de negócios jurídicos. Ainda nas sentenças judiciais a linguagem hermética, inacessível, é um mal a ser evitado. A este respeito, louvável a campanha encetada pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), em 2005, em prol da simplificação da linguagem jurídica. Não se preconiza o abandono da terminologia própria do Direito, pois a linguagem jurídica, como se tem afirmado, não é uma questão de estilo, mas de precisão de conceitos.
Com base no texto acima, e nas assertivas a seguir, indique se as alternativas são verdadeiras ou falsas e se há relação entre elas: Assertiva I - Para uma boa compreensão das leis, a linguagem jurídica deve ser clara e concisa. Assertiva II - Usar uma linguagem clara e concisa não significa abandonar a terminologia jurídica, mas procurar remeter a mensagem da lei de forma simples e objetiva.
Assertiva I - Para uma boa compreensão das leis, a linguagem jurídica deve ser clara e concisa.
Assertiva II - Usar uma linguagem clara e concisa não significa abandonar a terminologia jurídica, mas procurar remeter a mensagem da lei de forma simples e objetiva.
a) A assertiva I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa.
b) As assertivas I e II são proposições falsas.
c) As assertivas I e II são proposições verdadeiras e a II é uma explicação da I.
d) As assertivas I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma explicação da I.
e) A assertiva I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira.

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