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Questões resolvidas

Chamamos de julgamento (isto é, a faculdade graças à qual dizemos que uma pessoa julga compreensivamente) a percepção acertada do que é equitativo. Uma prova disto é o fato de dizermos que uma pessoa equitativa é, mais que todas as outras, um juiz compreensivo, e identificamos a equidade com o julgamento compreensivo acerca de certos fatos. E julgamento compreensivo é o julgamento em que está presente a percepção do que é equitativo, e de maneira acertada; e julgar acertadamente é julgar segundo a verdade.
Na direção do que aponta o texto de Aristóteles, verifica-se que o ser humano, de modo constante, exerce a arte de julgar. Assim o faz em situações determinadas do cotidiano, decidindo acerca de suas condutas e das dos outros, analisando medidas e fatos e avaliando situações. Com o operador do direito não é diferente, mormente com magistrados, agentes responsáveis pela tomada de decisões nas relações processuais. Com base nesse entendimento e no texto acima apresentado, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas. I.A relação processual pressupõe o julgamento, o qual representa, para o magistrado, um agir com deliberações, uma vez que, ao decidir, esse operador jurídico se baseia na antecedente análise dos fatos e, de modo reflexivo, atinge o seu convencimento diante das provas apresentadas pelas partes no âmbito do processo. PORQUE II.Ao analisar os fatos apresentados na relação processual, o magistrado deve ser equânime e aproximar-se das partes envolvidas, para formar o seu convencimento com base nas opiniões por elas emitidas, o que lhe permite deliberar de modo mais sensato, justo e compreensivo com todos.A respeito das asserções, assinale a opção correta.
I. A relação processual pressupõe o julgamento, o qual representa, para o magistrado, um agir com deliberações, uma vez que, ao decidir, esse operador jurídico se baseia na antecedente análise dos fatos e, de modo reflexivo, atinge o seu convencimento diante das provas apresentadas pelas partes no âmbito do processo.
II. Ao analisar os fatos apresentados na relação processual, o magistrado deve ser equânime e aproximar-se das partes envolvidas, para formar o seu convencimento com base nas opiniões por elas emitidas, o que lhe permite deliberar de modo mais sensato, justo e compreensivo com todos.
a) As asserções I e II são proposições falsas.
b) A asserção I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira.
c) A asserção I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa.
d) As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.
e) As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.

Neste sentido, lei é o preceito comum e obrigatório, emanado do Poder Legislativo, no âmbito de sua competência. A lei possui duas ordens de caracteres: substanciais e formais. 1º) Caracteres Substanciais - Como a lei agrupa normas jurídicas, há de reunir também os caracteres básicos destas: generalidade, abstratividade, bilateralidade, imperatividade, coercibilidade. É indispensável ainda que o conteúdo de lei expresse o bem comum. 2º) Caracteres Formais - Sob o aspecto de forma, a lei deve ser: escrita, emanada do Poder Legislativo em processo de formação regular, promulgada e publicada.
Com base no texto e nas assertivas a seguir, responda: Assertiva I - A lei é uma norma comum e geral, estabelecida em vista de todos os casos de uma mesma espécie de fato. Assertiva II - A lei é individualizada, ou seja, não obriga igualmente a todos os sujeitos.
Assertiva I - A lei é uma norma comum e geral, estabelecida em vista de todos os casos de uma mesma espécie de fato.
Assertiva II - A lei é individualizada, ou seja, não obriga igualmente a todos os sujeitos.
a) A assertiva I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
b) As assertivas I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.
c) As assertivas I e II são proposições falsas.
d) As assertivas I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.
e) A assertiva I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.

Na vida jurídica não apenas a linguagem da lei deve reunir os predicados de simplicidade, clareza e concisão, também a constante dos contratos e de outras modalidades de negócios jurídicos. Ainda nas sentenças judiciais a linguagem hermética, inacessível, é um mal a ser evitado. A este respeito, louvável a campanha encetada pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), em 2005, em prol da simplificação da linguagem jurídica. Não se preconiza o abandono da terminologia própria do Direito, pois a linguagem jurídica, como se tem afirmado, não é uma questão de estilo, mas de precisão de conceitos.
Com base no texto acima, e nas assertivas a seguir, indique se as alternativas são verdadeiras ou falsas e se há relação entre elas: Assertiva I - Para uma boa compreensão das leis, a linguagem jurídica deve ser clara e concisa. Assertiva II - Usar uma linguagem clara e concisa não significa abandonar a terminologia jurídica, mas procurar remeter a mensagem da lei de forma simples e objetiva.
Assertiva I - Para uma boa compreensão das leis, a linguagem jurídica deve ser clara e concisa.
Assertiva II - Usar uma linguagem clara e concisa não significa abandonar a terminologia jurídica, mas procurar remeter a mensagem da lei de forma simples e objetiva.
a) A assertiva I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa.
b) As assertivas I e II são proposições falsas.
c) As assertivas I e II são proposições verdadeiras e a II é uma explicação da I.
d) As assertivas I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma explicação da I.
e) A assertiva I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira.

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Questões resolvidas

Chamamos de julgamento (isto é, a faculdade graças à qual dizemos que uma pessoa julga compreensivamente) a percepção acertada do que é equitativo. Uma prova disto é o fato de dizermos que uma pessoa equitativa é, mais que todas as outras, um juiz compreensivo, e identificamos a equidade com o julgamento compreensivo acerca de certos fatos. E julgamento compreensivo é o julgamento em que está presente a percepção do que é equitativo, e de maneira acertada; e julgar acertadamente é julgar segundo a verdade.
Na direção do que aponta o texto de Aristóteles, verifica-se que o ser humano, de modo constante, exerce a arte de julgar. Assim o faz em situações determinadas do cotidiano, decidindo acerca de suas condutas e das dos outros, analisando medidas e fatos e avaliando situações. Com o operador do direito não é diferente, mormente com magistrados, agentes responsáveis pela tomada de decisões nas relações processuais. Com base nesse entendimento e no texto acima apresentado, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas. I.A relação processual pressupõe o julgamento, o qual representa, para o magistrado, um agir com deliberações, uma vez que, ao decidir, esse operador jurídico se baseia na antecedente análise dos fatos e, de modo reflexivo, atinge o seu convencimento diante das provas apresentadas pelas partes no âmbito do processo. PORQUE II.Ao analisar os fatos apresentados na relação processual, o magistrado deve ser equânime e aproximar-se das partes envolvidas, para formar o seu convencimento com base nas opiniões por elas emitidas, o que lhe permite deliberar de modo mais sensato, justo e compreensivo com todos.A respeito das asserções, assinale a opção correta.
I. A relação processual pressupõe o julgamento, o qual representa, para o magistrado, um agir com deliberações, uma vez que, ao decidir, esse operador jurídico se baseia na antecedente análise dos fatos e, de modo reflexivo, atinge o seu convencimento diante das provas apresentadas pelas partes no âmbito do processo.
II. Ao analisar os fatos apresentados na relação processual, o magistrado deve ser equânime e aproximar-se das partes envolvidas, para formar o seu convencimento com base nas opiniões por elas emitidas, o que lhe permite deliberar de modo mais sensato, justo e compreensivo com todos.
a) As asserções I e II são proposições falsas.
b) A asserção I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira.
c) A asserção I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa.
d) As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.
e) As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.

Neste sentido, lei é o preceito comum e obrigatório, emanado do Poder Legislativo, no âmbito de sua competência. A lei possui duas ordens de caracteres: substanciais e formais. 1º) Caracteres Substanciais - Como a lei agrupa normas jurídicas, há de reunir também os caracteres básicos destas: generalidade, abstratividade, bilateralidade, imperatividade, coercibilidade. É indispensável ainda que o conteúdo de lei expresse o bem comum. 2º) Caracteres Formais - Sob o aspecto de forma, a lei deve ser: escrita, emanada do Poder Legislativo em processo de formação regular, promulgada e publicada.
Com base no texto e nas assertivas a seguir, responda: Assertiva I - A lei é uma norma comum e geral, estabelecida em vista de todos os casos de uma mesma espécie de fato. Assertiva II - A lei é individualizada, ou seja, não obriga igualmente a todos os sujeitos.
Assertiva I - A lei é uma norma comum e geral, estabelecida em vista de todos os casos de uma mesma espécie de fato.
Assertiva II - A lei é individualizada, ou seja, não obriga igualmente a todos os sujeitos.
a) A assertiva I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
b) As assertivas I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I.
c) As assertivas I e II são proposições falsas.
d) As assertivas I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I.
e) A assertiva I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.

Na vida jurídica não apenas a linguagem da lei deve reunir os predicados de simplicidade, clareza e concisão, também a constante dos contratos e de outras modalidades de negócios jurídicos. Ainda nas sentenças judiciais a linguagem hermética, inacessível, é um mal a ser evitado. A este respeito, louvável a campanha encetada pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), em 2005, em prol da simplificação da linguagem jurídica. Não se preconiza o abandono da terminologia própria do Direito, pois a linguagem jurídica, como se tem afirmado, não é uma questão de estilo, mas de precisão de conceitos.
Com base no texto acima, e nas assertivas a seguir, indique se as alternativas são verdadeiras ou falsas e se há relação entre elas: Assertiva I - Para uma boa compreensão das leis, a linguagem jurídica deve ser clara e concisa. Assertiva II - Usar uma linguagem clara e concisa não significa abandonar a terminologia jurídica, mas procurar remeter a mensagem da lei de forma simples e objetiva.
Assertiva I - Para uma boa compreensão das leis, a linguagem jurídica deve ser clara e concisa.
Assertiva II - Usar uma linguagem clara e concisa não significa abandonar a terminologia jurídica, mas procurar remeter a mensagem da lei de forma simples e objetiva.
a) A assertiva I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa.
b) As assertivas I e II são proposições falsas.
c) As assertivas I e II são proposições verdadeiras e a II é uma explicação da I.
d) As assertivas I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma explicação da I.
e) A assertiva I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira.

Prévia do material em texto

Abaixo estão as questões e as alternativas escolhida pelo aluno: 
 
 
Questão 1 
"A discussão sobre a existência (ou não) de lacunas no direito assume relevância, basicamente, em dois aspectos: 
em primeiro lugar, a discussão é importante para a própria dogmática jurídica, na medida em que a tese das 
lacunas serve como forte entendimento norteador e, também, como sustentáculo ao direito visto de maneira 
circular e controlado; em segundo lugar, serve igualmente, como argumento desmi(s)tificador do próprio dogma do 
direito baseado no modelo napoleônico, pois pode-se entender, sem dúvida, que, quando o juiz está 
autorizado/obrigado a julgar nos termos dos arts. 4º da LICC e 126 do CPC (isto é, deve sempre proferir uma 
decisão), isso significa que o ordenamento é, dinamicamente, completível, através de uma autorreferência ao 
próprio sistema jurídico". STRECK, Lenio Luiz. Hermenêutica jurídica e(m) crise: uma exploração hermenêutica da 
construção do direito. 7. ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2007, p. 104-105. Sobre as lacunas jurídicas, 
assinale a alternativa correta: 
 
a) Os romanos já reconheciam a possibilidade de lacunas jurídicas. 
b) Na doutrina moderna há consenso e somente uma teoria sobre as lacunas jurídicas. 
c) O positivismo defende a existência de lacunas e antinomias jurídicas como aspectos inerentes à teoria do ordenamento. 
d) O ordenamento jurídico brasileiro não prevê a existência de lacunas jurídicas. 
e) Para evitar o surgimento de lacunas, o ordenamento jurídico faz uso da técnica da integração das lacunas. 
 
 
Questão 2 
"Os antigos não só tiveram um direito evoluído, como influenciaram o direito e alguns dos 
nossos modernos conceitos e práticas jurídicas: o júri popular, a figura embrionária do advogado na figura do 
logógrafo, a diferenciação de homicídio voluntário, involuntário e legítima defesa, a mediação e a arbitragem, a 
gradação das penas de acordo com a gravidade dos delitos e, finalmente, a retórica e eloquência forense". 
SOUZA, Raquel de. O direito grego antigo. WOLKEMER, Antônio Carlos. Fundamentos de História do Direito. 4. 
ed. Belo Horizonte: Del Rey, 2007. p. 100. Os dois termos suprimidos no texto acima são, respectivamente: 
 
a) romanos / moderno 
b) romanos / grego 
c) romanos / medieval 
d) gregos / romano 
e) gregos / medieval 
 
 
Questão 3 
Chamamos de julgamento (isto é, a faculdade graças à qual dizemos que uma pessoa julga compreensivamente) a 
percepção acertada do que é equitativo. Uma prova disto é o fato de dizermos que uma pessoa equitativa é, mais 
que todas as outras, um juiz compreensivo, e identificamos a equidade com o julgamento compreensivo acerca de 
certos fatos. E julgamento compreensivo é o julgamento em que está presente a percepção do que é equitativo, e 
de maneira acertada; e julgar acertadamente é julgar segundo a verdade. ARISTÓTELES. Ética a Nicômacos. 
 
Prova de dependência 
DISCIPLINA: 100705 - TEORIA DO DIREITO 
Trad. Mário da Gama Kury. 4. ed. Brasília: EDUnB, 2001, p. 121-123. Na direção do que aponta o texto de 
Aristóteles, verifica-se que o ser humano, de modo constante, exerce a arte de julgar. Assim o faz em situações 
determinadas do cotidiano, decidindo acerca de suas condutas e das dos outros, analisando medidas e fatos e 
avaliando situações. Com o operador do direito não é diferente, mormente com magistrados, agentes responsáveis 
pela tomada de decisões nas relações processuais. Com base nesse entendimento e no texto acima apresentado, 
avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas. I.A relação processual pressupõe o julgamento, o 
qual representa, para o magistrado, um agir com deliberações, uma vez que, ao decidir, esse operador jurídico se 
baseia na antecedente análise dos fatos e, de modo reflexivo, atinge o seu convencimento diante das provas 
apresentadas pelas partes no âmbito do processo. PORQUE II.Ao analisar os fatos apresentados na relação 
processual, o magistrado deve ser equânime e aproximar-se das partes envolvidas, para formar o seu 
convencimento com base nas opiniões por elas emitidas, o que lhe permite deliberar de modo mais sensato, justo 
e compreensivo com todos.A respeito das asserções, assinale a opção correta. 
 
a) As asserções I e II são proposições falsas. 
b) A asserção I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira. 
c) A asserção I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa. 
d) As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I. 
e) As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I. 
 
 
Questão 4 
O Direito é tanto uma forma de entender o fenômeno jurídico, enfim, uma construção, isto é, um 
conjunto de princípios ético-sociais. Ou seja, está-se afirmando que o sentido primeiro de Direito natural é de uma 
postura epistemológica, portanto ele não se encontra no mesmo patamar que o Direito elaborado pelo 
 .SGARBI, Adrian. Teoria do Direito - primeiras lições. Editora Lumen Juris: Rio de Janeiro, 2007. p. 693. 
 
 
a) positivo / jurista 
b) natural / legislador 
c) natural / jurista 
d) legislador / jurista 
e) positivo / legislador 
 
 
Questão 5 
"(...) se a razão só por si não determina suficientemente a vontade, se está ainda sujeita a condições subjetivas (a 
certos móbiles) que não coincidem sempre com as objetivas; numa palavra, se a vontade não é em si plenamente 
conforme à razão (como acontece realmente entre os homens), então as ações, que objetivamente são 
reconhecidas como necessárias, são subjetivamente contingentes, e a determinação de uma tal vontade, conforme 
a leis objetivas, é obrigação." Kant. Fundamentação da metafísica dos costumes. Coleção Os Pensadores. 
Segunda Seção, §12. De acordo com esse texto, é correto afirmar que as inclinações: 
 
 
a) são parte da natureza humana como ser racional. 
b) possuem caráter imperativo. 
c) tornam a lei moral subjetiva. 
d) determinam a vontade objetivamente. 
e) fazem com que a lei moral seja vivenciada como uma obrigação. 
 
 
Questão 6 
"A concepção centrada no texto jurídico é, a meu ver, muito restrita porque não estipula nada a respeito do 
conteúdo das regras que podem ser colocadas no texto jurídico. Enfatiza que, sejam quais forem as regras 
colocadas no "livro de regras" que elas devem ser seguidas até serem modificadas. Os que têm essa concepção 
do Estado de Direito realmente se importam com o conteúdo das normas jurídicas, mas dizem que isso é uma 
questão de justiça substantiva, e que a justiça substantiva, por sua vez, é um ideal diverso que não é, em nenhum 
sentido, parte do ideal do Estado de Direito". DWORKIN, Ronald. Uma questão de princípio. Trad. Luis Carlos 
Borges Rev. téc. Gildo Sá Leitão Rios; rev. trad. Silvana Vieira). 2. ed., São Paulo: Martins Fontes, 2005. p. 7. O 
trecho de Ronald Dworkin se refere ao: 
 
a) jusnaturalismo 
b) positivismo 
c) contratualismo 
d) escolástica 
e) pós-positivismo 
 
 
Questão 7 
"Neste sentido, lei é o preceito comum e obrigatório, emanado do Poder Legislativo, no âmbito de sua 
competência. A lei possui duas ordens de caracteres: substanciais e formais. 1º) Caracteres Substanciais - Como a 
lei agrupa normas jurídicas, há de reunir também os caracteres básicos destas: generalidade, abstratividade, 
bilateralidade, imperatividade, coercibilidade. É indispensável ainda que o conteúdo de lei expresse o bem comum. 
2º) Caracteres Formais - Sob o aspecto de forma, a lei deve ser: escrita, emanada do Poder Legislativo em 
processo de formação regular, promulgada e publicada." NADER, Paulo. Introdução ao estudo do Direito. 39. ed. 
rev. e atual. Rio de Janeiro: Forense, 2017. p. 146. Com base no texto e nas assertivas a seguir, responda: 
Assertiva I - A lei é uma norma comum e geral, estabelecida em vista de todos os casos de uma mesma espécie 
de fato. Assertiva II - A lei é individualizada, ou seja, não obrigaigualmente a todos os sujeitos. 
 
a) A assertiva I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa. 
b) As assertivas I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I. 
c) As assertivas I e II são proposições falsas. 
d) As assertivas I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I. 
e) A assertiva I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira. 
 
 
Questão 8 
"Na vida jurídica não apenas a linguagem da lei deve reunir os predicados de simplicidade, clareza e concisão, 
também a constante dos contratos e de outras modalidades de negócios jurídicos. Ainda nas sentenças judiciais a 
linguagem hermética, inacessível, é um mal a ser evitado. A este respeito, louvável a campanha encetada pela 
Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), em 2005, em prol da simplificação da linguagem jurídica. Não se 
preconiza o abandono da terminologia própria do Direito, pois a linguagem jurídica, como se tem afirmado, não é 
uma questão de estilo, mas de precisão de conceitos". NADER, Paulo. Introdução ao estudo do Direito. 39. ed. rev. 
e atual. Rio de Janeiro: Forense, 2017. p. 225. Com base no texto acima, e nas assertivas a seguir, indique se as 
alternativas são verdadeiras ou falsas e se há relação entre elas: Assertiva I - Para uma boa compreensão das leis, 
a linguagem jurídica deve ser clara e concisa. Assertiva II - Usar uma linguagem clara e concisa não significa 
abandonar a terminologia jurídica, mas procurar remeter a mensagem da lei de forma simples e objetiva. 
 
a) A assertiva I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa. 
b) As assertivas I e II são proposições falsas. 
c) As assertivas I e II são proposições verdadeiras e a II é uma explicação da I. 
d) As assertivas I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma explicação da I. 
e) A assertiva I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira. 
 
 
Questão 9 
"A partir de uma afirmação inicial - dada como premissa - procede-se ao encadeamento lógico das ideias. A 
premissa deve partir de uma verdade universal, aceita por todos, e deve apresentar argumentos aparentemente 
irrefutáveis e incontestáveis, tendo por objetivo convencer. Alcança-se, assim, o que constitui um silogismo, ou 
seja, um raciocínio no qual de duas proposições - coisas - decorre uma terceira. Nas duas primeiras proposições 
infere-se uma terceira, que encerra a conclusão do raciocínio. É, portanto, à argumentação final que se propõe o 
silogismo. A primeira proposição chame-se premissa maior; a segunda, premissa menor; e a terceira, conclusão. 
É, portanto, à argumentação final que se propõe o ." SYTIA, Celestina Vitória Moraes; FABRIS, 
Sérgio Antônio (Ed.). O Direito e suas Instâncias Jurídicas. Porto Alegre, 2002. p. 23. Sobre o processo 
interpretativo descrito no texto, complete a lacuna com o nome do mesmo. 
 
a) Subsunção 
b) Silogismo 
c) Jusnaturalismo 
d) Hermenêutica 
e) Positivismo 
 
 
Questão 10 
"O processo legislativo é uma série de atos concatenados com a finalidade de elaborar as espécies normativas 
previstas no texto constitucional. O procedimento legislativo e o rito processual, ou seja, é a forma e o modo pelo 
qual se movem os atos do processo. Procedimento legislativo é o modo pelo qual os atos do processo legislativo 
se realizam. Diz respeito ao andamento da matéria nas Casas Legislativas. E o que na prática se chama 
tramitação do projeto. [...] O processo legislativo, ou processo de formação ou elaboração das leis, pode ser 
dividido didaticamente em três fases: ; ; ; ." SIQUEIRA 
JUNIOR, Paulo Hamilton. Teoria do Direito. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 2017. p. 64-65. Sobre o procedimento 
legislativo, complete as lacunas com as fases do mesmo: 
 
a) discussão, iniciativa, execução, aprovação. 
b) iniciativa, execução, discussão, aprovação. 
c) iniciativa, discussão, aprovação, execução. 
d) execução, discussão, iniciativa, aprovação. 
e) discussão, iniciativa, aprovação, execução. 
 
 
* - Questão anulada.

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