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O Estado, no exercício do poder de polícia, pode restringir o uso da propriedade particular por meio de obrigações de caráter geral, fundamentado na segurança pública, na estética, na salubridade, ou em algum outro fim público relevante, o que, em regra, não é indenizável.
O exercício do poder de polícia pelo Estado corresponde a:
A Uma limitação administrativa.
B Uma servidão administrativa.
C Uma requisição.
D Uma ocupação temporária.
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Exercícios Para o Aprendizado

ano passado

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Para responder à sua pergunta, vamos analisar as alternativas em relação ao conceito de poder de polícia do Estado. O poder de polícia é a capacidade que o Estado tem de limitar o exercício de direitos individuais em prol do interesse público, como segurança, saúde e estética. Essa limitação é feita por meio de normas e regulamentos, e geralmente não gera direito à indenização. Agora, vamos analisar as alternativas: A) Uma limitação administrativa - Esta opção se refere diretamente ao conceito de poder de polícia, que é, de fato, uma limitação imposta pela administração pública. B) Uma servidão administrativa - Servidão é um direito real que permite a utilização de propriedade alheia para um fim específico, o que não se encaixa na definição de poder de polícia. C) Uma requisição - Requisição é a tomada de bens ou serviços pelo Estado em situações de emergência, o que não se relaciona diretamente com o poder de polícia. D) Uma ocupação temporária - Ocupação temporária refere-se à utilização de bens públicos ou privados por um período determinado, mas não é o conceito central do poder de polícia. Diante dessa análise, a alternativa correta é: A) Uma limitação administrativa.

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O aluno precisa ter boas noções teóricas quanto ao conceito e a diferença entre o Interesse público primário e o interesse público secundário. A diferença implica em entender melhor a atuação da administração pública.
Do ponto de vista jurídico, quais são as consequências de se confundir os conceitos de interesse público primário e interesse público secundário na atuação da administração pública?
A Não há consequências do ponto de vista jurídico, apenas do ponto de vista teórico, visto que as diferenças entre os dois são feitas apenas para fins teóricos e didáticos, não impactando a prática administrativa.
B Não há consequências do ponto de vista jurídico e nem do ponto de vista teórico, uma vez que não se diferenciam mais os dois na doutrina e jurisprudência modernas.
C A confusão entre o interesse público primário e o interesse público secundário na atuação da administração pública pode gerar violações dos seus direitos e garantias fundamentais. Isso pode ocorrer quando a administração pública privilegia o interesse coletivo em detrimento do seu próprio interesse.
D A confusão entre o interesse público primário e o interesse público secundário na atuação da administração pública, na prática, pode ser muito grave, no sentido de gerar violações aos direitos e garantias fundamentais dos cidadãos. Isso pode ocorrer quando a administração pública age de forma a privilegiar o seu interesse próprio em detrimento do interesse coletivo, ou se confundir o seu interesse com o interesse público.

A agência executiva e a agência reguladora são muito importantes para a organização da administração pública. A agência executiva foi criada para atender ao princípio da eficiência na administração pública.
Julgue V para verdadeiro ou F para falso em relação à comparação entre agências executivas e agências reguladoras.
( ) Nas agências executivas, a qualificação jurídica é atribuída a órgãos ou pessoas governamentais; visam a operacionalidade mediante exercício descentralizado de tarefas públicas; um exemplo é o Inmetro, que, assim como as agências reguladoras, foi criado no contexto da reforma administrativa.
( ) As agências reguladoras são autarquias com regime especial; fazem o controle e fiscalização de setores privados; um exemplo é o Inmetro, que, diferente das agências executivas, foi criado no contexto da reforma administrativa.
( ) As agências reguladoras são autarquias com regime especial; fazem o controle e fiscalização de setores privados; um exemplo é o Inmetro, que, diferente das agências executivas, foi criado no contexto da reforma administrativa. É um modelo da administração gerencial e existe em todas as esferas federativas.
( ) Nas agências executivas, a qualificação jurídica é atribuída a órgãos ou pessoas governamentais; são autarquias com regime especial; fazem o controle e fiscalização de setores privados, que, diferente das agências executivas, foi criado no contexto da reforma administrativa.
A V; F; F; V.
B V; F; F; F.
C V; F; V; F.
D F; V; F; V.

No Estado absolutista, imperava a vontade do monarca, com força de lei. Com o tempo, a humanidade evoluiu para o Estado de Direito, no qual impera a vontade das normas jurídicas. Nossa Constituição de 1988 consagrou tais princípios em termos inequívocos ao declarar que todos são iguais perante a lei e que “ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei”.
Acerca do princípio da motivação, assinale a alternativa correta.
A Esse princípio foi inserido em nosso ordenamento jurídico após a Constituição Federal (Brasil, 1988) e representa uma exigência do Direito público e da legalidade governamental, porque os atos praticados pela administração pública e pelos administradores da coisa pública precisam ser motivados.
B Implícito na Constituição Federal e previsto em algumas Constituições Estaduais, além da Lei nº 14.133, de 1º de abril de 2021, proíbe o excesso, de modo a evitar restrições desnecessárias ou até abusivas por parte da administração pública, infringindo direitos fundamentais.
C Segundo esse princípio, os servidores públicos devem buscar o melhor desempenho e resultado das atividades que exercem, com qualidade, rapidez, economia e satisfação do usuário.
D É um princípio ligado à boa-fé e à proteção da confiança, estritamente relacionado à exigência por maior estabilidade das situações jurídicas, mesmo daquelas que na origem apresentam vícios de ilegalidade.