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Sobre o Controle de Constitucionalidade.

Sobre o Instituto e suas modalidades, questão da legitimidade para propositura das ações, critérios de competência...


4 resposta(s)

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Láurea Assessoria Acadêmica

Há mais de um mês

Em miúdos...

O Controle de Constitucionalidade consiste em um dos elementos-chave da preservação da ordem constitucional. É feito a partir da análise da adequação de determinada lei ou ato normativo quanto aos seus requisitos formais ou materiais. 

Quanto ao momento poderá ser feito previamente, pelos Poderes Judiciário, Legislativo ou Executivo, ou então posteriormente, que em regra se dará por meio da intervenção do Poder Judiciário, todavia, comporta exceção, podendo se dar através do Poder Legislativo, conforme art. 49, V e 62, ambos da CF. 

No caso do controle concentrado de constitucionalidade posterior, ou repressivo, dois são os caminhos: o difuso/aberto, que se dará por meio da via de exceção ou defesa; e o reservado/concentrado, que se dará através das Ações Diretas de Inconstitucionalidade genérica (102, I, a, CF), interventiva (36, III, CF) ou por omissão (103, §2°, CF), e ainda por meio da Ação Direta de Constitucionalidade (102, I, a, in fine, CF e EC 03/93) e da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (102, §1°, CF). 

Mister ressaltar que a questão acerca da legitimidade para propositura de tais ações, assim como os critérios de competência, vêm estampados nos artigos supracitados.

Bons estudos à todos!

*Fonte: "Apostila Juiz de Direito RS - Verbo Jurídico", postada por mim na Disciplina de Direito Constitucional I (8015)

Em miúdos...

O Controle de Constitucionalidade consiste em um dos elementos-chave da preservação da ordem constitucional. É feito a partir da análise da adequação de determinada lei ou ato normativo quanto aos seus requisitos formais ou materiais. 

Quanto ao momento poderá ser feito previamente, pelos Poderes Judiciário, Legislativo ou Executivo, ou então posteriormente, que em regra se dará por meio da intervenção do Poder Judiciário, todavia, comporta exceção, podendo se dar através do Poder Legislativo, conforme art. 49, V e 62, ambos da CF. 

No caso do controle concentrado de constitucionalidade posterior, ou repressivo, dois são os caminhos: o difuso/aberto, que se dará por meio da via de exceção ou defesa; e o reservado/concentrado, que se dará através das Ações Diretas de Inconstitucionalidade genérica (102, I, a, CF), interventiva (36, III, CF) ou por omissão (103, §2°, CF), e ainda por meio da Ação Direta de Constitucionalidade (102, I, a, in fine, CF e EC 03/93) e da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (102, §1°, CF). 

Mister ressaltar que a questão acerca da legitimidade para propositura de tais ações, assim como os critérios de competência, vêm estampados nos artigos supracitados.

Bons estudos à todos!

*Fonte: "Apostila Juiz de Direito RS - Verbo Jurídico", postada por mim na Disciplina de Direito Constitucional I (8015)

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Láurea Assessoria Acadêmica

Há mais de um mês

1. CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE

 

1.1 PRÉVIO ou PREVENTIVO:

1.1.1 Pelo Judiciário;

1.1.2 Pelo Legislativo (CCJ); 

1.1.3 Pelo Executivo (Veto); 

 

1.2 POSTERIOR ou REPRESIVO (Em regra é feito pelo Poder Judiciário, todavia pode ser feito pelo Poder Legislativo, conforme (a) art. 49, V, da CF e (b) art. 62 da CF):

1.2.1 Difuso ou Aberto - via de exceção/defesa;

1.2.2 Reservado ou Concentrado - via de ação:

1.2.2.1 ADIn genérica (art. 102, I, a, da CF);

1.2.2.2 ADIn interventiva (art. 36, III, da CF); 

1.2.2.3 ADIn por omissão (art. 103, §2°, da CF); 

1.2.2.4 ADC (art. 102, I, a, in fine, da CF e/ou EC 03/93);

1.2.2.5 ADPF (art. 102, §1°, da CF). 

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jose adilson bezerra torquato

Há mais de um mês

  1. São mecanismos para fiscalização da constitucionalidade dos atos dos poder público e da proteção dos direitos fundamentais, e a nossa Carta Magna preservou o controle incidental ou difuso, mas outros instrumentos surgiram como o mandado de injunção, a ação direta de inconstitucionalidade por omissão, o mandado de segurança coletiva, e isso é um avanço no plano do controle de constitucionalidade.
  2. As ações constitucionais vem trazer a defesa de uma constituição legitimada no poder do Direito e no controle de tudo que se faz inconstitucional ou que se faz constitucional e deve ser respeitado, ou pela ausência de norma regulamentadora, ou pela defesa da cidadania que cobra a ação dos remédios e das garantias constitucionais.
  3. O modelo de controle de constitucionalidade abstrato está nas mãos do Supremo Tribunal Federal no processamento e julgamento das ações autonomas que sejam controvérsias diante dos ditames da Lei Maior, mas também temos ações  que atuam para típicas como ADO, ADI, ADC e ADPF.
  4. O importante é que os dois controles difuso (caso concreto) e abstrato atuam no controle de constitucionalidade e as suas ações constitucionais e típicas agem para que se faça manter a ordem do que deve ser e não do que pode ser que seja, e assim o Direito "pode" mas no seu controle, ele é, a lei rege e atua.

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes