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Acerca das atribuições da Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO, é correto afirmar que:
O papel da LDO é meramente informativo, não condicionando de forma alguma a elaboração autônoma da lei orçamentária anual.
A LDO, ao estabelecer as metas e prioridades da administração pública, não deve dispor sobre alterações na legislação tributária.
A LDO compreenderá as metas e prioridades da administração pública, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subsequente.
Apenas a Constituição pode definir os elementos que deverão compor a Lei de Diretrizes Orçamentárias, não havendo a possibilidade de que a LRF inclua novas atribuições para a LDO.
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A afirmativa correta sobre as atribuições da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) é: "A LDO compreenderá as metas e prioridades da administração pública, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subsequente." As outras afirmações contêm erros. A LDO não é meramente informativa, pois condiciona a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA). Além disso, a LDO pode dispor sobre alterações na legislação tributária e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) pode sim incluir novas atribuições para a LDO, desde que respeitados os limites constitucionais.

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As receitas e despesas públicas materializam, na prática, o orçamento público. Sobre o tema, assinale a alternativa errada:
a. Pelo enfoque orçamentário, receitas são ingressos de recursos destinados a financiar o gasto público, e despesas são as saídas de recursos decorrentes da realização do referido gasto.
b. São estágios da execução da receita pública: lançamento, arrecadação, recolhimento.
c. O recolhimento das receitas públicas deve respeitar o princípio de unidade de caixa, ou seja, salvo as receitas especiais, todas devem ser recolhidas à Conta Única do Tesouro.
d. São estágios da execução da despesa pública: Empenho, liquidação e pagamento.

Os créditos orçamentários adicionais são um importante instrumento à disposição do gestor público durante a execução orçamentária, pois permitem enfrentar situações em que o orçamento aprovado não se mostra mais conveniente e oportuno diante de situações novas ou mudanças no planejamento.
Dentre elas, não se inclui:
a. O superávit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior.
b. O excesso de arrecadação.
c. O produto de operações de crédito autorizadas em forma que juridicamente possibilite ao Poder Executivo realizá-las.
d. A sobra orçamentária de dotações não utilizadas.

O ordenamento jurídico que traça as regras da gestão de recursos públicos por meio do orçamento é chamado Direito Financeiro. Nessa didática estão inclusas todas as regras atinentes à elaboração e execução do orçamento, por exemplo. Sobre essa temática, assinale a alternativa errada:
a. A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, não se incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação de receita, nos termos da lei.
b. Os créditos especiais e extraordinários não necessitam de autorização prévia do Poder Legislativo, pelo fato de que podem ser abertos diretamente pelo Poder Executivo.
c. Em obediência ao princípio da universalidade, devem estar compreendidas na LOA todas as receitas e todas as despesas da administração direta e indireta.
d. Na esfera federal, a autorização para a abertura de créditos suplementares tem sido conferida a todos os Poderes, ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas da União inclusive, os quais, por ato próprio, podem abrir créditos suplementares previamente autorizados em LOA, observadas as condicionantes fixadas em lei de diretrizes orçamentárias.

Princípios são valores e diretrizes que norteiam a elaboração e a compreensão dos orçamentos públicos. No campo do orçamento público, os princípios orientam a elaboração das normas, bem como a atuação dos gestores públicos.
A esse respeito, associe a coluna da esquerda, que contém os princípios orçamentários, à da direita, que traz suas definições:
• O orçamento deve ser aprovado em lei formal.
• A lei orçamentária não deve conter dispositivo estranho à previsão de receitas e à fixação de despesas, sendo vedada, portanto, a inclusão de matérias de outros assuntos à lei orçamentária.
• O orçamento deve constar de um único documento legal.
• O orçamento deve conter absolutamente todas as receitas e as despesas de todos os poderes, órgãos e entidades do Estado.
• As receitas e despesas devem compor o orçamento pelos seus valores totais, vedadas quaisquer deduções, a exemplo da apresentação de saldos finais ou líquidos.
• As receitas e despesas devem ser individualizadas.
• O orçamento deve ser capaz de revelar qual a programação de trabalho do setor público, ou seja, o planejamento.

O orçamento público nasceu como matéria político-econômica e, ao longo dos anos, evoluiu para a temática do planejamento governamental, transformando-se em instrumento de orientação da atuação do Poder Público. A esse respeito, assinale o único item incorreto:
a. Os orçamentos modernos evidenciam três dimensões complementares: não apenas os insumos e os produtos resultantes das despesas orçamentárias, mas também os objetivos dos gastos públicos, estruturados em programas.
b. Em relação ao ciclo orçamentário, especificamente, consideraremos as seguintes etapas: elaboração dos orçamentos; aprovação das leis orçamentárias; controle e avaliação da execução orçamentária.
c. Vigora no ordenamento jurídico nacional o chamado “princípio da anualidade tributária”, de modo que é necessária a prévia autorização orçamentária para que ocorra a arrecadação de receitas tributárias.
d. Em sua origem, o orçamento público foi concebido como instrumento de controle político utilizado pelo Poder Legislativo para a fiscalização das finanças públicas. Tratava-se do orçamento tradicional, concebido de forma unidimensional: orientado a insumos, informava apenas o que as unidades governamentais estavam autorizadas a adquirir e os tetos financeiros para esse efeito.

Assinale o item incorreto quanto às atribuições da Lei de Diretrizes Orçamentárias – LDO conferidas pela Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF:
a. A LRF agregou novas atribuições à Lei de Diretrizes Orçamentárias, tais como dispor sobre o equilíbrio entre receitas e despesas e sobre os critérios e a forma de limitação de empenho (“contingenciamento”).
b. A LRF determinou que as LDOs da União devem conter anexos de metas fiscais e anexos de riscos fiscais, não se estendendo esta exigência para os demais entes da Federação.
c. Nos anexos de riscos fiscais, que devem constar das LDOs de todos os entes da Federação, devem ser avaliados os passivos contingentes e outros riscos capazes de afetar as contas públicas, informando-se as providências a serem tomadas na hipótese de se concretizarem.
d. Cabe à LDO, por força da LRF, fixar as demais condições e exigências para transferências de recursos a entidades públicas e privadas.

O controle e avaliação da execução do orçamento público consiste em avaliar a regularidade (legalidade e legitimidade) e a qualidade (economicidade, eficiência, eficácia e efetividade) das receitas e despesas.
Sobre esse assunto, avalie as proposições abaixo e assinale a opção incorreta:
a. Os responsáveis pelo controle interno, ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade ou ilegalidade, devem comunicá-la ao tribunal de contas, sob pena de responsabilidade solidária.
b. Ao analisar e julgar as contas dos gestores de um Ministério, o Tribunal de Contas da União pratica ato de controle externo.
c. Ao analisar a execução do orçamento no âmbito de um Ministério, o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União pratica um ato de controle interno.
d. O sistema de controle interno só realiza exame de legalidade, sendo a avaliação de efetividade uma competência privativa do órgãos de controle externo.

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