Logo Passei Direto
Buscar
Marque a opção correta com relação às disposições constitucionais acerca do orçamento público:
Segundo a Constituição Federal de 1988, a União e os Estados devem elaborar e aprovar, na forma de lei, seus planos plurianuais (PPA), as leis de diretrizes orçamentárias (LDO) e as leis de orçamento anuais (LOA). Diferentemente, aos municípios só é obrigatória a elaboração da LDO e da LOA.
a. Segundo a Constituição Federal de 1988, a União e os Estados devem elaborar e aprovar, na forma de lei, seus planos plurianuais (PPA), as leis de diretrizes orçamentárias (LDO) e as leis de orçamento anuais (LOA). Diferentemente, aos municípios só é obrigatória a elaboração da LDO e da LOA.
b. O PPA, a LDO e a LOA são formalizados mediante leis ordinárias de iniciativa exclusiva do Poder Executivo.
c. Em casos emergenciais, em especial a não aprovação da lei orçamentária antes do início do exercício, o Poder Executivo poderá aprovar o orçamento por meio de medida provisória.
d. Compete à LDO estabelecer, de forma regionalizada, diretrizes, objetivos e metas da administração pública para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.
User badge image
Praticando Para o Saber

ano passado

Respostas

User badge image

Ed Verified user icon

ano passado

Vamos analisar cada uma das alternativas para identificar a correta em relação às disposições constitucionais sobre o orçamento público segundo a Constituição Federal de 1988. a) Esta opção está correta ao afirmar que a União e os Estados devem elaborar e aprovar o PPA, a LDO e a LOA, enquanto os municípios só são obrigados a elaborar a LDO e a LOA. Portanto, essa alternativa é verdadeira. b) Embora o PPA, a LDO e a LOA sejam formalizados por leis, a afirmação de que são de iniciativa exclusiva do Poder Executivo não é totalmente precisa, pois a LDO e a LOA podem ser emendadas pelo Legislativo. c) A aprovação do orçamento por meio de medida provisória em casos emergenciais não é uma prática prevista na Constituição. O que ocorre é a possibilidade de um crédito adicional, mas não a aprovação do orçamento em si. d) A LDO realmente estabelece diretrizes, mas a afirmação de que deve ser de forma regionalizada não é uma exigência constitucional. A LDO deve estabelecer diretrizes gerais, mas não necessariamente de forma regionalizada. Diante da análise, a alternativa correta é a) "Segundo a Constituição Federal de 1988, a União e os Estados devem elaborar e aprovar, na forma de lei, seus planos plurianuais (PPA), as leis de diretrizes orçamentárias (LDO) e as leis de orçamento anuais (LOA). Diferentemente, aos municípios só é obrigatória a elaboração da LDO e da LOA."

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0

Ainda não achou a resposta?

  • Integrado com os principais modelos de IA do mercado
  • Respostas em segundos
  • IA treinada para estudantes brasileiros.
PasseIA logoEvolua sua forma de estudar

Cadastre-se ou realize login

Ainda com dúvidas?

Envie uma pergunta e tenha sua dúvida de estudo respondida!

Essa pergunta também está no material:

Mais perguntas desse material

As receitas e despesas públicas materializam, na prática, o orçamento público. Sobre o tema, assinale a alternativa errada:
a. Pelo enfoque orçamentário, receitas são ingressos de recursos destinados a financiar o gasto público, e despesas são as saídas de recursos decorrentes da realização do referido gasto.
b. São estágios da execução da receita pública: lançamento, arrecadação, recolhimento.
c. O recolhimento das receitas públicas deve respeitar o princípio de unidade de caixa, ou seja, salvo as receitas especiais, todas devem ser recolhidas à Conta Única do Tesouro.
d. São estágios da execução da despesa pública: Empenho, liquidação e pagamento.

Os créditos orçamentários adicionais são um importante instrumento à disposição do gestor público durante a execução orçamentária, pois permitem enfrentar situações em que o orçamento aprovado não se mostra mais conveniente e oportuno diante de situações novas ou mudanças no planejamento.
Dentre elas, não se inclui:
a. O superávit financeiro apurado em balanço patrimonial do exercício anterior.
b. O excesso de arrecadação.
c. O produto de operações de crédito autorizadas em forma que juridicamente possibilite ao Poder Executivo realizá-las.
d. A sobra orçamentária de dotações não utilizadas.

O ordenamento jurídico que traça as regras da gestão de recursos públicos por meio do orçamento é chamado Direito Financeiro. Nessa didática estão inclusas todas as regras atinentes à elaboração e execução do orçamento, por exemplo. Sobre essa temática, assinale a alternativa errada:
a. A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, não se incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação de receita, nos termos da lei.
b. Os créditos especiais e extraordinários não necessitam de autorização prévia do Poder Legislativo, pelo fato de que podem ser abertos diretamente pelo Poder Executivo.
c. Em obediência ao princípio da universalidade, devem estar compreendidas na LOA todas as receitas e todas as despesas da administração direta e indireta.
d. Na esfera federal, a autorização para a abertura de créditos suplementares tem sido conferida a todos os Poderes, ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas da União inclusive, os quais, por ato próprio, podem abrir créditos suplementares previamente autorizados em LOA, observadas as condicionantes fixadas em lei de diretrizes orçamentárias.

Princípios são valores e diretrizes que norteiam a elaboração e a compreensão dos orçamentos públicos. No campo do orçamento público, os princípios orientam a elaboração das normas, bem como a atuação dos gestores públicos.
A esse respeito, associe a coluna da esquerda, que contém os princípios orçamentários, à da direita, que traz suas definições:
• O orçamento deve ser aprovado em lei formal.
• A lei orçamentária não deve conter dispositivo estranho à previsão de receitas e à fixação de despesas, sendo vedada, portanto, a inclusão de matérias de outros assuntos à lei orçamentária.
• O orçamento deve constar de um único documento legal.
• O orçamento deve conter absolutamente todas as receitas e as despesas de todos os poderes, órgãos e entidades do Estado.
• As receitas e despesas devem compor o orçamento pelos seus valores totais, vedadas quaisquer deduções, a exemplo da apresentação de saldos finais ou líquidos.
• As receitas e despesas devem ser individualizadas.
• O orçamento deve ser capaz de revelar qual a programação de trabalho do setor público, ou seja, o planejamento.

O orçamento público nasceu como matéria político-econômica e, ao longo dos anos, evoluiu para a temática do planejamento governamental, transformando-se em instrumento de orientação da atuação do Poder Público. A esse respeito, assinale o único item incorreto:
a. Os orçamentos modernos evidenciam três dimensões complementares: não apenas os insumos e os produtos resultantes das despesas orçamentárias, mas também os objetivos dos gastos públicos, estruturados em programas.
b. Em relação ao ciclo orçamentário, especificamente, consideraremos as seguintes etapas: elaboração dos orçamentos; aprovação das leis orçamentárias; controle e avaliação da execução orçamentária.
c. Vigora no ordenamento jurídico nacional o chamado “princípio da anualidade tributária”, de modo que é necessária a prévia autorização orçamentária para que ocorra a arrecadação de receitas tributárias.
d. Em sua origem, o orçamento público foi concebido como instrumento de controle político utilizado pelo Poder Legislativo para a fiscalização das finanças públicas. Tratava-se do orçamento tradicional, concebido de forma unidimensional: orientado a insumos, informava apenas o que as unidades governamentais estavam autorizadas a adquirir e os tetos financeiros para esse efeito.

Assinale o item incorreto quanto às atribuições da Lei de Diretrizes Orçamentárias – LDO conferidas pela Lei de Responsabilidade Fiscal – LRF:
a. A LRF agregou novas atribuições à Lei de Diretrizes Orçamentárias, tais como dispor sobre o equilíbrio entre receitas e despesas e sobre os critérios e a forma de limitação de empenho (“contingenciamento”).
b. A LRF determinou que as LDOs da União devem conter anexos de metas fiscais e anexos de riscos fiscais, não se estendendo esta exigência para os demais entes da Federação.
c. Nos anexos de riscos fiscais, que devem constar das LDOs de todos os entes da Federação, devem ser avaliados os passivos contingentes e outros riscos capazes de afetar as contas públicas, informando-se as providências a serem tomadas na hipótese de se concretizarem.
d. Cabe à LDO, por força da LRF, fixar as demais condições e exigências para transferências de recursos a entidades públicas e privadas.

O controle e avaliação da execução do orçamento público consiste em avaliar a regularidade (legalidade e legitimidade) e a qualidade (economicidade, eficiência, eficácia e efetividade) das receitas e despesas.
Sobre esse assunto, avalie as proposições abaixo e assinale a opção incorreta:
a. Os responsáveis pelo controle interno, ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade ou ilegalidade, devem comunicá-la ao tribunal de contas, sob pena de responsabilidade solidária.
b. Ao analisar e julgar as contas dos gestores de um Ministério, o Tribunal de Contas da União pratica ato de controle externo.
c. Ao analisar a execução do orçamento no âmbito de um Ministério, o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União pratica um ato de controle interno.
d. O sistema de controle interno só realiza exame de legalidade, sendo a avaliação de efetividade uma competência privativa do órgãos de controle externo.

As emendas são prerrogativas constitucionais que o Poder Legislativo detém para aperfeiçoar as propostas dos instrumentos de planejamento e orçamento elaborados pelo Poder Executivo. A emenda é instrumento essencial do Poder Legislativo para influenciar a alocação de recursos públicos.
Sobre esse assunto, julgue as proposições abaixo:
Para que sejam aprovadas, as emendas devem guardar compatibilidade com o Plano Plurianual e Lei de Diretrizes Orçamentárias vigentes e indicarem os recursos necessários para fazer frente às despesas porventura criadas.
Reestimativa de receita por parte do Poder Legislativo só será admitida se comprovado erro ou omissão de ordem técnica ou legal.
O orçamento é formalizado como lei ordinária, logo sua aprovação se dá por maioria simples dos parlamentares.

Avalie as proposições abaixo no que se refere às competências do Tribunal de Contas da União.
O TCU é competente para promover auditorias e inspeções sobre gastos públicos de forma geral (convênios, contratos, obras públicas, renúncias de receitas, execução financeira e orçamentária, políticas e programas públicos, concessões de serviços públicos etc.).
O TCU é competente para apurar prejuízos causados ao erário por meio de tomadas de contas especiais.
O TCU é competente para apreciar a legalidade de determinados atos de admissão de pessoal na administração pública, bem como de concessão de aposentadorias, reformas e pensões.

A execução orçamentária é quando efetivamente o setor público arrecada suas receitas e executa suas despesas.
Sobre esse assunto, julgue as proposições abaixo:
O Poder Executivo, por meio de decreto, detalha a execução do orçamento durante o tempo de sua vigência, prevendo o ritmo de arrecadação de receitas e um cronograma de execução da despesa à medida que os recursos são efetivamente arrecadados.
Apenas durante a elaboração orçamentária devem ser observados e controlados os limites e regramentos da Lei de Responsabilidade Fiscal, os quais não se aplicam à execução do orçamento.
O orçamento deve ser executado dentro do exercício civil a que se refere, mas em caso de impossibilidade de pagamento de todos os gastos incorridos até 31 de dezembro, as despesas liquidadas ou empenhadas, mas não pagas, deverão ser inscritas em restos a pagar.

Assinale a opção correta no que diz respeito aos créditos adicionais extraordinários:
a. Embora não haja disposição expressa na Constituição, a Lei nº 4.320/1964 dispõe que os créditos extraordinários visam atender a despesas imprevisíveis e urgentes, como as decorrentes de guerra, comoção interna ou calamidade pública.
b. Em observância ao art. 44 da Lei nº 4.320/1964, pode-se afirmar que, atualmente, os créditos extraordinários devem ser abertos por decreto do Poder Executivo, em qualquer ente da Federação.
c. Nos termos da legislação, os créditos extraordinários são os destinados a despesas urgentes e imprevistas, decorrentes exclusivamente de calamidade pública.
d. No âmbito da União, a medida provisória é o instrumento adequado para a abertura de créditos extraordinários. Já em relação aos Estados, ao DF e aos Municípios, a não ser que Constituição Estadual ou Lei Orgânica preveja o instituto da medida provisória, esses entes federados devem utilizar decreto do Poder Executivo.

Mais conteúdos dessa disciplina