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Assinale a alternativa que apresenta, na ordem correta, as etapas verdadeiras e necessárias para a produção da insulina humana:
1. Identificar o gene de interesse e extraí-lo de uma célula eucariótica.
2. Isolar o plasmídeo da célula bacteriana.
3. Isolar o plasmídeo da célula eucariótica.
4. Clivar o gene e o plasmídeo com a mesma enzima de restrição.
5. Clivar o gene e o plasmídeo com enzimas de restrição diferentes.
6. Unir o plasmídeo e o gene usando enzimas de restrição.
7. Unir o plasmídeo e o gene usando DNA ligase.
8. Inserir o DNA recombinante na bactéria pelo processo de transformação.
9. Inserir o DNA recombinante na bactéria pelo processo de transdução.
10. Isola-se o gene da insulina produzida pela bactéria para tratar o paciente.
11. Purifica-se a proteína produzida pela bactéria e ela será usada para tratar o paciente.
a) 1, 3, 5, 6, 9, 10
b) 1, 2, 5, 7, 9, 11
c) 1, 3, 4, 6, 8, 10
d) 1, 2, 4, 7, 8, 10
e) 1, 2, 4, 7, 8, 11
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Para determinar a ordem correta das etapas para a produção da insulina humana, vamos analisar cada uma das opções e as etapas listadas. 1. Identificar o gene de interesse e extraí-lo de uma célula eucariótica. - Esta é a primeira etapa, onde o gene da insulina é identificado e extraído. 2. Isolar o plasmídeo da célula bacteriana. - O plasmídeo é uma parte importante para a clonagem do gene. 3. Isolar o plasmídeo da célula eucariótica. - Esta etapa não é necessária, pois o plasmídeo utilizado geralmente vem de uma célula bacteriana. 4. Clivar o gene e o plasmídeo com a mesma enzima de restrição. - Isso é necessário para que o gene e o plasmídeo possam se unir. 5. Clivar o gene e o plasmídeo com enzimas de restrição diferentes. - Não é a abordagem correta para esta etapa. 6. Unir o plasmídeo e o gene usando enzimas de restrição. - Esta etapa é importante, mas deve ser feita após a clivagem. 7. Unir o plasmídeo e o gene usando DNA ligase. - Esta é a etapa correta após a união inicial. 8. Inserir o DNA recombinante na bactéria pelo processo de transformação. - Esta etapa é necessária para que a bactéria produza a insulina. 9. Inserir o DNA recombinante na bactéria pelo processo de transdução. - Não é a abordagem correta, pois a transformação é o método utilizado. 10. Isola-se o gene da insulina produzida pela bactéria para tratar o paciente. - Esta etapa não é necessária, pois o foco é na purificação da proteína. 11. Purifica-se a proteína produzida pela bactéria e ela será usada para tratar o paciente. - Esta é a etapa final. Agora, analisando as alternativas: a) 1, 3, 5, 6, 9, 10 - Incorreta, pois inclui etapas desnecessárias. b) 1, 2, 5, 7, 9, 11 - Incorreta, pois inclui etapas desnecessárias. c) 1, 3, 4, 6, 8, 10 - Incorreta, pois inclui a etapa 3 desnecessária e a 10 não é necessária. d) 1, 2, 4, 7, 8, 10 - Incorreta, pois a 10 não é necessária. e) 1, 2, 4, 7, 8, 11 - Correta, pois segue a ordem lógica das etapas necessárias para a produção da insulina. Portanto, a alternativa correta é: e) 1, 2, 4, 7, 8, 11.

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Existe ainda no mundo muita controvérsia em relação a patente de genes. A França, por exemplo, que baniu as patentes de genes, está batalhando contra uma diretiva da Comunidade Europeia, que é a favor. Nos EUA, a patente de alguns genes já vem sendo realizada há alguns anos, mas ainda há controvérsia entre os estados.
Em relação à legislação brasileira, existe um consenso sobre esse tema?
a. Sim, no Brasil é permitida a patente de genes relacionados a doenças humanas.
b. Ainda não, no Brasil os genes relacionados a doenças são passíveis de serem patenteados, apesar de grande resistência por parte de membros do governo.
c. Sim, no Brasil é permitida qualquer patente genética, desde que seja regulamentada com base na Lei de Patentes Brasileira em vigor.
d. Sim, no Brasil os genes humanos não são patenteáveis de acordo com o Art. 18 da Lei de Patentes Brasileira em vigor. Nela, é vedada a concessão de patentes e, portanto, exclusividade a quem quer que seja, para qualquer parte dos seres vivos.
e. Não, os especialistas no assunto continuam o debate entre quais genes poderiam ser liberados para patentes, principalmente por indústria farmacêuticas.

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