Ed
ano passado
Vamos analisar as alternativas uma a uma: a. No caso descrito, a responsabilidade será averiguada na modalidade objetiva, conforme preceitua a Constituição Federal. - A responsabilidade objetiva se aplica em casos onde não é necessário provar culpa, mas a situação descrita envolve um agente fora do exercício de suas funções, o que pode não se enquadrar aqui. b. Apenas o agente público no exercício de suas incumbências tem direito ao contraditório e ampla defesa. - Isso não é correto, pois todos têm direito ao contraditório e à ampla defesa, independentemente de estarem no exercício de suas funções. c. Não faz diferença se o agente público estava ou não no exercício do seu cargo, função ou emprego para a constatação da responsabilidade administrativa. - Esta afirmação não é verdadeira, pois a responsabilidade administrativa geralmente considera se o agente estava no exercício de suas funções. d. Como a ocorrência se deu em fim de semana, enquanto o agente público estava fora do exercício de seu cargo, função ou emprego, o adequado era ajuizar reparação cível no Poder Judiciário. - Esta alternativa faz sentido, pois se o agente não estava no exercício de suas funções, a questão deve ser tratada na esfera cível. e. A entidade a que o agente público está vinculado deverá indenizar o vizinho ofendido, independentemente da culpa, baseado na teoria do risco integral. - A teoria do risco integral se aplica em algumas situações, mas não necessariamente neste caso, onde a responsabilidade do agente fora do exercício de suas funções pode ser questionada. A alternativa que melhor se encaixa na situação apresentada é: d. Como a ocorrência se deu em fim de semana, enquanto o agente público estava fora do exercício de seu cargo, função ou emprego, o adequado era ajuizar reparação cível no Poder Judiciário.
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