Ed
ano passado
Vamos analisar a situação apresentada e a fórmula do módulo de ruptura (MOR) para entender a relação entre as forças máximas aplicadas nos ensaios para os dois corpos de prova. A fórmula dada é: \[ σ = \frac{3.F.L}{2.b.h^{2}} \] Onde: - \( F \) é a carga máxima aplicada, - \( L \) é a distância entre os dois apoios, - \( b \) é a largura, - \( h \) é a altura. Sabemos que o corpo de prova 1 possui largura \( h \) 20% maior que a do corpo de prova 2. Vamos definir a largura do corpo de prova 2 como \( b \) e a largura do corpo de prova 1 como \( b_1 = 1,2b \). Agora, substituindo na fórmula para os dois corpos de prova: Para o corpo de prova 1: \[ σ_1 = \frac{3.F_1.L}{2.(1,2b).h^{2}} \] Para o corpo de prova 2: \[ σ_2 = \frac{3.F_2.L}{2.b.h^{2}} \] Como estamos comparando as tensões, podemos igualar as duas expressões: \[ \frac{3.F_1.L}{2.(1,2b).h^{2}} = \frac{3.F_2.L}{2.b.h^{2}} \] Cancelando os termos comuns e simplificando, obtemos: \[ \frac{F_1}{1,2} = F_2 \] Portanto, podemos expressar \( F_1 \) em termos de \( F_2 \): \[ F_1 = 1,2 F_2 \] Assim, a relação entre as forças máximas aplicadas nos ensaios para o corpo 1 (F1) e corpo 2 (F2) está correta na alternativa: D. F1 = 1,2.F2.
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