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Diante desse cenário é correto dizer que:
O ônus da prova de existência de trabalho eventual é do reclamante.
A empresa tem que provar somente que já pagou as verbas rescisórias.
A prova de que existiu a relação de emprego, nesse caso, pode ser tanto da reclamada quanto do reclamante.
O ônus da prova, inicialmente era do reclamante, já que ele disse que existia relação de emprego. Mas quando a empresa disse que o contratou como eventual, ocorreu a inversão do ônus da prova.
A empresa não precisa provar que contratou como eventual o reclamante, mesmo que tenha feito tal alegação em sua defesa.
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ano passado

No contexto do direito do trabalho, a afirmação correta é que o ônus da prova sobre a existência da relação de emprego geralmente recai sobre o reclamante, que deve demonstrar que houve a relação de trabalho. No entanto, quando a empresa alega que o trabalhador foi contratado como eventual, pode ocorrer a inversão do ônus da prova, onde a empresa deve apresentar provas que sustentem sua alegação de que a contratação foi realmente eventual e não uma relação de emprego. Portanto, a empresa precisa provar que a contratação foi na modalidade eventual, especialmente se contestar a existência de vínculo empregatício.

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