Ed
há 10 meses
Vamos analisar as informações apresentadas no caso clínico: 1. Paciente: 22 anos, G1P0A1, com sangramento transvaginal persistente após curetagem uterina por abortamento espontâneo. 2. Exame físico: Colo amolecido com orifício interno entreaberto. 3. Exames: Beta-hCG de 12.000 mlU/ml, ultrassom mostrando útero aumentado, endométrio de 4 mm e uma imagem heterogênea na parede miometrial anterior com fluxo vascular de baixa resistência. Com base nesses dados, a presença de um beta-hCG elevado e a imagem heterogênea com fluxo vascular indicam uma possibilidade de neoplasia trofoblástica gestacional (NTG) ou mola hidatiforme. A imagem heterogênea e o fluxo vascular são mais sugestivos de uma neoplasia trofoblástica. Agora, vamos analisar as alternativas: A) Mola hidatiforme parcial. Realizar aspiração manual intrauterina. - Embora a mola hidatiforme parcial possa ser uma possibilidade, a presença de fluxo vascular e a imagem heterogênea são mais indicativas de NTG. B) Neoplasia trofoblástica gestacional (NTG). Realizar histerectomia. - A histerectomia não é a primeira conduta em casos de NTG, a menos que haja complicações graves. C) Mola hidatiforme completa. Realizar aspiração manual intrauterina. - A mola hidatiforme completa também é uma possibilidade, mas a conduta inicial geralmente envolve monitoramento e, se necessário, tratamento com quimioterapia. D) Neoplasia trofoblástica gestacional (NTG). Encaminhar para quimioterapia. - Esta é uma conduta adequada, pois a NTG pode necessitar de tratamento quimioterápico, especialmente se houver evidências de doença persistente. Diante da análise, a principal hipótese diagnóstica é neoplasia trofoblástica gestacional (NTG) e a conduta correta é encaminhar para quimioterapia. Portanto, a alternativa correta é: D) Neoplasia trofoblástica gestacional (NTG). Encaminhar para quimioterapia.


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