Ed
há 10 meses
Vamos analisar as alternativas apresentadas com base no quadro clínico da paciente, que apresenta hipertensão, sinais de pré-eclâmpsia e está em uso de sulfato de magnésio. A) Manter a infusão de sulfato de Magnésio 50%, visando prevenir crises convulsivas, AVC e edema agudo de pulmão. - Esta opção é válida, pois o sulfato de magnésio é utilizado para prevenir convulsões em casos de pré-eclâmpsia, mas não aborda a hipertensão. B) Administrar hidralazina 5 mg, EV, para tratar o pico pressórico e betametazona 12 mg, IM, para promoção da maturação pulmonar fetal. - Esta opção é adequada, pois a hidralazina é um anti-hipertensivo e a betametazona é indicada para a maturação pulmonar fetal, especialmente em uma gestante de 34 semanas. C) Confirmar a vitalidade fetal pela ultrassonografia obstétrica com doppler e resolver a gestação via vaginal, através de indução com misoprostol. - Esta opção não é a mais adequada, pois a indução vaginal não é indicada em casos de pré-eclâmpsia grave. D) Administrar nifedipina 20 mg, via oral, para tratar pico pressórico e solicitar hematócrito, hemoglobina, contagem de plaquetas, creatinina, TGO, LDH, TP, TTPa, fibrinogênio e relação proteína creatinina, para avaliar lesões de órgãos alvo. - Embora a nifedipina possa ser utilizada para controle da pressão, a abordagem inicial em casos de hipertensão severa e pré-eclâmpsia geralmente envolve a administração de medicamentos intravenosos. Diante da análise, a alternativa mais adequada é: B) Administrar hidralazina 5 mg, EV, para tratar o pico pressórico e betametazona 12 mg, IM, para promoção da maturação pulmonar fetal.


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