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A autonomia profissional do assistente faz parte do exercício profissional e está assegurada no Código de Ética de 1993. A relativa autonomia do assistente social, embora mediada pela lógica institucional, se configura como:
um elemento de resistência do Serviço Social diante da ofensiva do capital.
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ServicoSocializando

há 8 meses

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há 8 meses

A autonomia profissional do assistente social, conforme assegurada no Código de Ética de 1993, é fundamental para o exercício da profissão. Essa autonomia permite que o assistente social tome decisões baseadas em sua formação, conhecimentos e valores, mesmo dentro das limitações impostas pela lógica institucional. Essa autonomia se configura como um elemento de resistência do Serviço Social diante da ofensiva do capital, pois possibilita que os profissionais atuem em defesa dos direitos dos usuários e promovam a justiça social, mesmo em contextos adversos. Assim, a autonomia é uma ferramenta essencial para que o assistente social possa enfrentar desafios e buscar soluções que priorizem o bem-estar da população atendida.

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O assistente social é chamado a desenvolver algumas competências e atribuições no seu trabalho profissional. Segundo os estatutos normativos da profissão, o planejamento envolve quais competências?
Elaborar, operacionalizar e avaliar programas e projetos.

O planejamento é uma competência profissional a ser desenvolvida pelo assistente social no seu cotidiano de trabalho, e deve materializar-se conforme os princípios éticos da profissão. Para além de um ato técnico, o planejamento também é:
um ato político.

O assistente social, em sua atuação, deve se apropriar da teoria social crítica para realizar uma leitura de realidade crítica e apreender as mediações da totalidade social. A fim de evitar atitudes fatalistas em sua atuação profissional, o assistente social deve:
se apropriar das possibilidades e contradições presentes na dinâmica social.

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