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O paciente João Carlos, 72 anos, hipertenso e diabético, foi admitido na UTI após apresentar febre alta (39,2 °C), frequência cardíaca de 122 bpm, pressão arterial de 85/50 mmHg, frequência respiratória de 28 irpm, confusão mental e débito urinário reduzido. Durante a triagem laboratorial, observou-se leucocitose e elevação do lactato sérico. Diante desses sinais, a equipe de enfermagem reconheceu o risco iminente de sepse.
A enfermeira responsável precisa tomar decisões rápidas e fundamentadas para garantir a segurança e a estabilização do quadro do paciente. Com base no protocolo institucional e nas diretrizes atuais de sepse, qual deve ser a ação prioritária da enfermeira nesse momento?
A Aguardar a visita médica para definição de condutas, mantendo apenas hidratação venosa lenta.
B Solicitar nova coleta de exames laboratoriais para confirmar o diagnóstico antes de qualquer intervenção.
C Administrar antipirético para controle da febre e monitorar a temperatura a cada 6 horas.
D Posicionar o paciente em decúbito dorsal e manter o jejum absoluto para possíveis procedimentos.
E Comunicar imediatamente a equipe médica e iniciar as medidas do protocolo de sepse, incluindo coleta de culturas e administração empírica de antibióticos em até 1 hora.
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EnfermagemEmFoco

há 12 meses

Respostas

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há 12 meses

Analisando a situação do paciente João Carlos, que apresenta sinais claros de sepse, é fundamental agir rapidamente para garantir a segurança e a estabilização do quadro clínico. Vamos analisar as alternativas: A) Aguardar a visita médica para definição de condutas, mantendo apenas hidratação venosa lenta. - Essa opção não é adequada, pois a sepse requer intervenção imediata e não pode esperar pela visita médica. B) Solicitar nova coleta de exames laboratoriais para confirmar o diagnóstico antes de qualquer intervenção. - Embora exames sejam importantes, a sepse é uma emergência e a intervenção não pode ser adiada. C) Administrar antipirético para controle da febre e monitorar a temperatura a cada 6 horas. - Controlar a febre é importante, mas não é a ação prioritária em um quadro de sepse. D) Posicionar o paciente em decúbito dorsal e manter o jejum absoluto para possíveis procedimentos. - Essa opção não aborda a urgência do tratamento da sepse. E) Comunicar imediatamente a equipe médica e iniciar as medidas do protocolo de sepse, incluindo coleta de culturas e administração empírica de antibióticos em até 1 hora. - Esta é a ação correta, pois segue as diretrizes atuais para o manejo da sepse, que incluem a comunicação imediata com a equipe médica e a administração de antibióticos o mais rápido possível. Portanto, a alternativa correta é: E.

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A enfermeira Juliana trabalha em uma UTI de um hospital de grande porte e foi chamada para atender um paciente de 60 anos com histórico de insuficiência respiratória aguda. Ao realizar a avaliação inicial, Juliana percebeu sinais de instabilidade hemodinâmica e dificuldades respiratórias acentuadas. Durante sua análise, ela identificou algumas variáveis que poderiam influenciar a evolução do quadro do paciente, como a comorbidade de hipertensão arterial e o uso de medicamentos sedativos.
Com base nas informações coletadas, ela precisou tomar decisões rápidas e assertivas para garantir a segurança do paciente e o controle de suas condições. É correto o que se afirma em:
I. Juliana usou o pensamento analítico para observar a relação entre o quadro clínico do paciente e suas comorbidades, priorizando intervenções específicas para o tratamento da insuficiência respiratória.
II. Ela avaliou rapidamente as condições do paciente, considerando não apenas os sinais vitais, mas também a história médica e a interação de medicamentos, o que é essencial para garantir uma assistência segura e eficaz.
III. O pensamento analítico de Juliana a levou a revisar todos os exames laboratoriais e de imagem disponíveis, focando em como esses resultados se correlacionam com a evolução clínica do paciente.
IV. Juliana, ao identificar a necessidade de uma intervenção imediata, foi capaz de formular um plano de ação que considerava tanto os aspectos técnicos quanto a segurança do paciente, demonstrando habilidades de pensamento analítico em situações de alto risco.
A I, apenas.
B I, II, III e IV.
C III e IV, apenas.
D II e IV, apenas.
E I, II e III, apenas.

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