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Sobre o tempo e o lugar do crime, o Código Penal para estabelecer
Sobre o tempo e o lugar do crime, o Código Penal para estabelecer
a) o tempo do crime, adotou, como regra, a teoria da ubiquidade, e, para estabelecer o lugar do crime, a teoria da ação.
b) o tempo e o lugar do crime, adotou, como regra, a teoria da ação e a teoria da ubiquidade.
c) o tempo do crime, adotou, como regra, a teoria da atividade, e, para estabelecer o lugar do crime, a teoria da ubiquidade.
d) o tempo do crime, adotou, como regra, a teoria da atividade, e, para estabelecer o lugar do crime, a teoria da ação.
e) o tempo e o lugar do crime, adotou, como regra, a teoria da ubiquidade e a teoria da atividade.
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ano passado

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ano passado

Para responder à sua pergunta sobre o tempo e o lugar do crime segundo o Código Penal, precisamos entender as teorias que ele adota. 1. Teoria da Atividade: O crime é considerado consumado no momento em que a ação é realizada, independentemente de onde o resultado ocorre. 2. Teoria da Ubiquidade: O crime pode ser considerado tanto no local onde a ação foi realizada quanto onde o resultado ocorreu. Agora, analisando as alternativas: a) O tempo do crime, adotou, como regra, a teoria da ubiquidade, e, para estabelecer o lugar do crime, a teoria da ação. - Incorreto, pois a teoria da ação não é a que se aplica ao lugar do crime. b) O tempo e o lugar do crime, adotou, como regra, a teoria da ação e a teoria da ubiquidade. - Incorreto, pois a teoria da ação não é a regra para o tempo. c) O tempo do crime, adotou, como regra, a teoria da atividade, e, para estabelecer o lugar do crime, a teoria da ubiquidade. - Correto, pois o Código Penal adota a teoria da atividade para o tempo e a teoria da ubiquidade para o lugar. d) O tempo do crime, adotou, como regra, a teoria da atividade, e, para estabelecer o lugar do crime, a teoria da ação. - Incorreto, pois a teoria da ação não se aplica ao lugar. e) O tempo e o lugar do crime, adotou, como regra, a teoria da ubiquidade e a teoria da atividade. - Incorreto, pois a teoria da ubiquidade não se aplica ao tempo. Portanto, a alternativa correta é: c) o tempo do crime, adotou, como regra, a teoria da atividade, e, para estabelecer o lugar do crime, a teoria da ubiquidade.

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Pedro subtraiu bem móvel pertencente à Administração pública, valendo-se da facilidade propiciada pela condição de funcionário público. Pedro responderá pelo crime de peculato e não pelo delito de furto em decorrência do princípio da
a) subsidiariedade.
b) consunção.
c) especialidade.
d) progressão criminosa.
e) alternatividade.

A proscrição de penas cruéis e infamantes, a proibição de tortura e maus-tratos nos interrogatórios policiais e a obrigação imposta ao Estado de dotar sua infraestrutura carcerária de meios e recursos que impeçam a degradação e a dessocialização dos condenados são desdobramentos do Princípio da:
a. Proporcionalidade.
b. Adequação Social.
c. Humanidade.
d. Fragmentariedade do Direito Penal.
e. Intervenção Mínima do Estado.

Dentre as ideias estruturantes ou princípios abaixo, todos especialmente importantes ao direito penal brasileiro, NÃO tem expressa e literal disposição constitucional o da:
a) legalidade.
b) proporcionalidade.
c) individualização.
d) pessoalidade.
e) dignidade humana.

"A terrível humilhação por que passam familiares de presos ao visitarem seus parentes encarcerados consiste na obrigação de ficarem nus, de agacharem diante de espelhos e mostrarem seus órgãos genitais para agentes públicos. A maioria que sofre esses procedimentos é de mães, esposas e filhos de presos. Até mesmo idosos, crianças e bebês são submetidos ao vexame. É princípio de direito penal que a pena não ultrapasse a pessoa do condenado".
a) individualização.
b) fragmentariedade.
c) pessoalidade.
d) presunção de inocência.
e) legalidade.

Dispõe o artigo 1º do Código Penal: "Não há crime sem lei anterior que o defina. Não há pena sem prévia cominação legal". Tal dispositivo legal consagra o princípio da
a) ampla defesa.
b) legalidade.
c) presunção de inocência.
d) dignidade.
e) isonomia.

O princípio constitucional da legalidade em matéria penal encontra efetiva realização na exigência, para a configuração do crime, de
a) culpabilidade.
b) tipicidade.
c) punibilidade.
d) ilicitude.
e) imputabilidade.

O princípio válido, tratando-se de sucessão de leis penais no tempo, na hipótese de que a norma posterior incrimina fato não previsto na anterior, é o da
a) Abolitio criminis.
b) Ultratividade.
c) Irretroatividade.
d) Retroatividade.
e) Lei vigente na época no momento da prática de fato punível: Tempus regit actum.

O postulado da fragmentariedade em matéria penal relativiza
a) a proporcionalidade entre o fato praticado e a consequência jurídica.
b) a dignidade humana como limite material à atividade punitiva do Estado.
c) o concurso entre causas de aumento e diminuição de penas.
d) a função de proteção dos bens jurídicos atribuída à lei penal.
e) o caráter estritamente pessoal que decorre da norma penal.

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