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O medo condicionado é um fenômeno mediado pela amígdala e permite que estímulos inexpressivos sejam associados a situações potencialmente perigosas vividas no passado. Por exemplo, se uma pessoa sofreu um acidente em determinado local, quando passar por ele, sentirá medo. Em experimentos feitos com macacos que sofreram lesões bilaterais da amígdala, foi confirmada a participação da estrutura na criação do medo condicionado.
Dessa maneira, ao serem expostos a uma cobra sintética, macacos com lesões da amígdala em uma sala fechada agem da seguinte maneira:
Tendem a se acomodar no canto da sala e apresentam comportamento arredio.
Apresentam comportamento amistoso, porém mostram-se cautelosos quanto à presença da cobra.
Demonstram comportamento mais agressivo do que o normal atacando a cobra sintética assim que ela é jogada na sala.
Demonstram comportamento apático e imóvel sem foco atencional e ignoram a presença do animal sintético.
Apresentam comportamento docilizado e manipulam a cobra com curiosidade, não demonstrando respostas de medo.
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O medo condicionado realmente envolve a amígdala, que é crucial para a formação de memórias emocionais, especialmente relacionadas ao medo. Nos experimentos com macacos que sofreram lesões bilaterais da amígdala, a expectativa é que eles apresentem um comportamento alterado em resposta a estímulos que normalmente evocariam medo, como a cobra sintética. Dentre as opções apresentadas, a resposta mais adequada seria que os macacos com lesões da amígdala "demonstram comportamento apático e imóvel sem foco atencional e ignoram a presença do animal sintético". Isso ocorre porque a amígdala é fundamental para a resposta emocional ao medo, e sua lesão compromete essa capacidade.

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