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Vida Natural Comércio de Frutas Ltda. requereu recuperação judicial e o pedido foi distribuído para uma das Varas Cíveis da comarca de Piracicaba/SP.
A distribuição do pedido de recuperação produziu como efeito:
A proibição de alienação ou oneração de bens ou direitos do ativo não circulante, salvo evidente utilidade reconhecida pelo juiz, ouvido o Comitê de Credores.
A nomeação, pelo juiz, do administrador judicial dentre os maiores credores da sociedade em recuperação judicial.
O afastamento imediato dos administradores e sócios controladores da sociedade até a deliberação dos credores sobre o plano de recuperação.
A suspensão das ações e execuções ajuizadas anteriormente ao pedido em face do devedor por até 180 (cento e oitenta) dias.
A ineficácia objetiva dos atos praticados pela devedora nos 90 (noventa) dias anteriores ao pedido de recuperação judicial.
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A distribuição do pedido de recuperação judicial da "Vida Natural Comércio de Frutas Ltda." produz os seguintes efeitos: 1. Proibição de alienação ou oneração de bens: A empresa não pode vender ou onerar seus bens do ativo não circulante, a menos que haja uma justificativa reconhecida pelo juiz, após ouvir o Comitê de Credores. 2. Nomeação do administrador judicial: O juiz nomeia um administrador judicial, que pode ser escolhido entre os maiores credores da empresa em recuperação. 3. Afastamento dos administradores: Os administradores e sócios controladores da empresa são afastados até que os credores deliberem sobre o plano de recuperação. 4. Suspensão de ações e execuções: As ações e execuções que foram ajuizadas contra a empresa antes do pedido de recuperação ficam suspensas por até 180 dias. 5. Ineficácia dos atos praticados: Os atos realizados pela empresa nos 90 dias anteriores ao pedido de recuperação judicial podem ser considerados ineficazes. Esses efeitos visam proteger a empresa em recuperação e garantir que o processo de recuperação ocorra de forma ordenada e justa para todos os credores.

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Uma sociedade empresária requereu a homologação de plano de recuperação extrajudicial que inclui apenas credores quirografários e com garantia real. Na classe dos quirografários, a adesão foi de 63% (sessenta e três por cento) dos créditos atingidos e, na dos credores com garantia real, a adesão foi de 55% (cinquenta e cinco por cento). O juiz indeferiu a petição de homologação. De acordo com as condições para homologação do plano na Lei nº 11.101/2005, assinale a única alternativa correta.
A decisão foi correta, porque o devedor deveria ter apresentado termo de compromisso de obter adesão expressa de credores para atingir o percentual de 3/5 (três quintos) da totalidade dos créditos na classe dos credores com garantia real.
A decisão foi correta, porque o plano de recuperação extrajudicial não poderia ter incluído os credores com garantia real por estarem excluídos por lei dos efeitos de qualquer recuperação.
A decisão não foi correta, porque o plano pode ser homologado por ter obtido, em cada classe, adesão superior ao percentual mínimo (mais de 1/3 dos créditos abrangidos).
A decisão foi correta, porque o devedor não atingiu em nenhuma das classes a adesão de mais de 3/5 (três quintos) de todas as classes de créditos por ele abrangidos.
A decisão não foi correta porque o devedor poderá requerer a homologação de plano de recuperação extrajudicial, uma vez que o plano está assinado por credores que representam mais da metade dos créditos de cada classe nele abrangidos.

Na documentação apresentada para instruir o pedido de homologação de plano de recuperação extrajudicial, o devedor deixou de apresentar a relação nominal completa dos credores, as demonstrações contábeis relativas ao último exercício social (apresentando apenas as levantadas especialmente para instruir o pedido) e os poderes especiais dos subscritores do plano para novar ou transigir.
Acerca da omissão destes documentos, assinale a única alternativa correta.
O plano poderá ser homologado, pois é dispensável a apresentação da relação completa dos credores (apenas os que aderiram), dos poderes especiais dos subscritores e de qualquer demonstração contábil, exceto aquela levantada para instruir o pedido.
O plano não poderá ser homologado em razão da falta da relação de credores, dos poderes especiais dos subscritores e das demonstrações contábeis relativas aos três últimos exercícios sociais.
O plano poderá ser homologado, pois é dispensável a apresentação de qualquer relação de credores, dos poderes especiais dos subscritores e de qualquer demonstração contábil.
O plano não poderá ser homologado em razão da falta da relação de credores, dos poderes especiais dos subscritores e das demonstrações contábeis relativas ao último exercício social.
O plano não poderá ser homologado em razão da falta da apresentação dos poderes especiais dos subscritores, sendo dispensável a relação completa dos credores e das demonstrações contábeis.

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