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“A clonagem vegetal, então, se refere à técnica de cultivo assexuada e produção de indivíduos idênticos a partir de células ou segmentos de vegetais – galhos, folhas, etc. Dentre os tipos de clonagem, a técnica in vitro de plantas é a que mais se destaca. Também conhecida como micropropagação, é uma forma rápida de multiplicar alguns tipos determinados de planta. Por meio do processo, uma planta de bananeira, por exemplo, pode gerar 100 mudas, no prazo de oito meses. Enquanto que, no método convencional, essa produção demoraria mais tempo.” (A clonagem vegetal e seu papel na sustentabilidade ambiental. Redação Pensamento Verde, 10 set. 2013. Disponível em: https://www.pensamentoverde.com.br/sustentabilidade/clonagem-vegetal-papel-sustentabilidade-ambiental/. Acesso em: 05 fev. 2020.) A clonagem de plantas já ocorre há certo tempo, e tem se tornado uma alternativa importante para a conservação das espécies. As células são retiradas de uma planta-mãe e são cultivadas em meio de cultura, originando uma nova planta, com o mesmo genoma da planta-mãe. Para realizar este procedimento, é necessário coletar preferencialmente determinadas regiões da planta-mãe, como: Escolha uma opção: a. A partir de tecidos que compõem a epiderme, alburno, súber e felogênio do caule. b. Dos tecidos parenquimáticos e dos órgãos reprodutivos. c. Dos ápices e algumas regiões do interior do caule e raiz, dos nós e das gemas laterais. d. Do floema, xilema e procâmbio ainda em estrutura primária, apenas. e. Somente dos tecidos que compõem os estiletes, estigmas, anteras e estames.
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Estudante

há 3 meses

Respostas

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há 3 meses

Para responder à sua pergunta sobre a clonagem vegetal e as regiões preferenciais da planta-mãe para a coleta de células, vamos analisar as opções: a) A partir de tecidos que compõem a epiderme, alburno, súber e felogênio do caule. - Embora esses tecidos possam ser utilizados, não são as regiões mais comuns para a clonagem. b) Dos tecidos parenquimáticos e dos órgãos reprodutivos. - Os tecidos parenquimáticos podem ser utilizados, mas os órgãos reprodutivos não são a escolha ideal para clonagem. c) Dos ápices e algumas regiões do interior do caule e raiz, dos nós e das gemas laterais. - Esta opção é a mais adequada, pois os ápices e gemas laterais são frequentemente utilizados na micropropagação, pois contêm células meristemáticas que são mais propensas a se desenvolverem em novas plantas. d) Do floema, xilema e procâmbio ainda em estrutura primária, apenas. - Esses tecidos são mais relacionados ao transporte e não são os mais indicados para clonagem. e) Somente dos tecidos que compõem os estiletes, estigmas, anteras e estames. - Esses tecidos são parte dos órgãos reprodutivos e não são utilizados para clonagem. Portanto, a opção correta é: c) Dos ápices e algumas regiões do interior do caule e raiz, dos nós e das gemas laterais.

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