Ed
há 3 meses
Vamos analisar as alternativas uma a uma, considerando o contexto apresentado e as definições legais do Código Penal. A) “B” não responderá pelo crime de peculato, previsto no art. 312 do Código Penal, pela circunstância de não ser funcionário público, respondendo somente por furto qualificado, previsto no art. 155, § 4º, do Código Penal. - Correto que “B” não é funcionário público, mas ele participou da ação criminosa, o que pode implicar em responsabilidade. B) Por se tratar de objetos de propriedade da Administração Pública, ambos responderão pelo delito de furto de coisa comum, previsto no art. 156 do Código Penal. - O furto de coisa comum não se aplica aqui, pois os objetos são de propriedade pública e a situação envolve um funcionário público. C) “A” e “B” responderão pelo delito de corrupção ativa, previsto no art. 333 do Código Penal. - A corrupção ativa se refere a oferecer vantagem indevida a um funcionário público, o que não é o caso aqui. D) “A” e “B” responderão pelo crime de peculato, previsto no art. 312 do Código Penal. - O crime de peculato se refere à apropriação de bens públicos por um funcionário público, e “A” cometeu esse crime. “B”, ao ajudar, também pode ser responsabilizado. Diante da análise, a alternativa correta é: D) “A” e “B” responderão pelo crime de peculato, previsto no art. 312 do Código Penal.
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