Ed
há 3 meses
Para analisar a questão sobre o papel do "olhar" na interpretação das obras de arte, vamos considerar as opções apresentadas: Opção A: Não. Pois, Platão já determinou que o mundo sensível não é o lugar do belo. - Essa opção ignora a importância do olhar na apreciação estética, já que Platão critica o mundo sensível, mas isso não elimina a relevância do olhar. Opção B: Sim. Pois, o olhar para a obra de arte nos permite partilhar de um novo mundo, construído sob a ótica de outros pontos de vista que se diferenciam e somam-se aos nossos. Todo olhar é fruto de uma escolha, pressupõe uma intenção. Portanto, também estabelecem posições estéticas e compreensões de mundo. - Esta opção reconhece a importância do olhar e como ele enriquece a interpretação da arte, considerando a subjetividade e a diversidade de perspectivas. Opção C: Não. O ato de olhar não possui nenhuma significação mais profunda dentro da filosofia da arte. - Essa opção desconsidera a profundidade que o olhar pode ter na interpretação artística. Opção D: Sim. Porém, o olhar de todos é sempre igual e banalizante. - Essa opção contradiz a ideia de que o olhar é uma experiência única e subjetiva. Opção E: Não. O belo está todo expresso na obra. A maneira que olhamos para a obra não quebra essa imutabilidade. - Essa opção sugere que a obra é estática e não leva em conta a interpretação individual. Diante dessa análise, a opção que melhor reflete a importância do "olhar" na interpretação das obras de arte é a Opção B.
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