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Utilizar técnicas para uma comunicação clínica efetiva durante a consulta pode contribuir para a abordagem das situações de violência.
Nesse contexto, uma orientação correta sobre o assunto é:
Atentar às suas emoções, evitar sobrecarga, e dialogar com os demais profissionais da equipe sobre as situações enfrentadas. Perfeito! Para uma comunicação clínica efetiva na abordagem da pessoa em situação de violência deve-se levar em conta o quanto o contato com a violência pode cansar e mobilizar emoções diversas (medo, raiva, impotência) no profissional de saúde. São outras orientações iniciar a consulta com perguntas abertas e escutar atentamente sem interrupções e garantir confidencialidade em todos os casos.
Garantir a publicidade das informações em todos os níveis de atenção a que a pessoa será encaminhada.
Levar em conta a rapidez do atendimento.
Iniciar a consulta com perguntas fechadas e seguindo um roteiro preestabelecido, interrompendo sempre que necessário.
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CuriosidadesGerais

há 2 meses

Respostas

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há 2 meses

Para uma comunicação clínica efetiva na abordagem de situações de violência, é fundamental: 1. Atentar às emoções: Reconhecer que o contato com a violência pode gerar emoções intensas no profissional, como medo e impotência. 2. Iniciar com perguntas abertas: Isso permite que o paciente se sinta à vontade para compartilhar sua experiência. 3. Escutar atentamente: Evitar interrupções para que o paciente se sinta ouvido e respeitado. 4. Garantir a confidencialidade: Assegurar que as informações do paciente sejam mantidas em sigilo. 5. Dialogar com a equipe: Compartilhar experiências e desafios com outros profissionais para um suporte mútuo. Evitar perguntas fechadas e roteiros rígidos, pois isso pode limitar a expressão do paciente e a compreensão da situação.

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No Brasil, em 2004, em consequência da Política Nacional de Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violências, foi instituída a Rede Nacional de Prevenção da Violência e Promoção da Saúde e os Núcleos de Prevenção de Violências e Promoção da Saúde em estados e municípios. Nesse contexto, conseguir intercalar seus objetivos como ações da articulação inter e intrassetorial na rede de atenção às pessoas em situação de violência é essencial para a mudança de paradigma na atenção
Um desses objetivos é:
Promover a articulação da gestão de conhecimento no desenvolvimento de pesquisas, formulação de indicadores, disseminação de conhecimentos e práticas bem-sucedidas. Perfeito! Os outros objetivos são: implementar a troca de experiências de gestão e formulações de políticas públicas intersetoriais e intrassetoriais; fomentar o intercâmbio das práticas de atenção integral às pessoas, vivendo situações de violência e segmentos populacionais sob risco; intercambiar as formas de participação da sociedade civil, entre outros.
Fomentar o direcionamento de práticas de atenção eficaz e individualizada às pessoas vivendo situações de violência e segmentos populacionais sob risco, sempre manejando o caso conforme os padrões preestabelecidos.
Implementar a troca de experiências de gestão e formulações de políticas públicas intersetoriais e intrassetoriais, mas considerando a autonomia e o trabalho individual especialmente nos casos de atenção à situações de violência.
Intercambiar as formas de participação da sociedade civil desde que o setor saúde esteja direcionado a um trabalho autônomo e sem vínculos.

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