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A dialética socrática opera inicialmente através de um questionamento das crenças habituais de um interlocutor, interrogando-o, provocando-o a dar respostas e a explicitar o conteúdo e o sentido dessas crenças. Em seguida, frequentemente utilizando-se de ironia, problematiza essas crenças, fazendo com que o interlocutor caia em contradição, perceba a insuficiência delas, sinta-se perplexo e reconheça sua ignorância [...]. É este o sentido da célebre fórmula socrática "Só sei que nada sei", a ideia de que o reconhecimento da ignorância é o princípio da sabedoria. A partir daí, o indivíduo tem o caminho aberto para encontrar o verdadeiro conhecimento (episteme), afastando-se do domínio da opinião (doxa). MARCONDES, D. Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgeinstein. 13. ed. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2007, p. 50)
A partir do exposto, assinale a alternativa correta:
Sócrates duvidava de suas próprias certezas, entendendo que nada sabia.
Sócrates defendia a mitologia e por isso elaborou o mito da caverna.
Para Sócrates, o conhecimento deveria ser imposto e não apreendido.
Sócrates defendia que apenas os filósofos dominavam o conhecimento verdadeiro.
Sócrates entendia que era importante acreditar em ideias, mesmo falsas, pois todo conhecimento é verdadeiro.
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ReflexoesFilosoficas

há 2 meses

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há 2 meses

Vamos analisar as alternativas com base no texto sobre a dialética socrática e a famosa frase "Só sei que nada sei". 1. Sócrates duvidava de suas próprias certezas, entendendo que nada sabia. - Esta alternativa está correta, pois reflete a essência do pensamento socrático, que valoriza o reconhecimento da própria ignorância como um passo para o verdadeiro conhecimento. 2. Sócrates defendia a mitologia e por isso elaborou o mito da caverna. - Esta alternativa é incorreta, pois o mito da caverna é uma obra de Platão, não de Sócrates. 3. Para Sócrates, o conhecimento deveria ser imposto e não apreendido. - Esta alternativa é falsa, já que Sócrates acreditava que o conhecimento deveria ser buscado e apreendido através do questionamento e da reflexão. 4. Sócrates defendia que apenas os filósofos dominavam o conhecimento verdadeiro. - Esta alternativa é enganosa, pois Sócrates não limitava o conhecimento verdadeiro apenas aos filósofos, mas acreditava que todos poderiam buscá-lo. 5. Sócrates entendia que era importante acreditar em ideias, mesmo falsas, pois todo conhecimento é verdadeiro. - Esta alternativa é incorreta, já que Sócrates enfatizava a busca pela verdade e a reflexão crítica sobre as crenças. Portanto, a alternativa correta é: Sócrates duvidava de suas próprias certezas, entendendo que nada sabia.

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(Prefeitura de Conceição - PB / 2019) "Um cidadão integral pode ser definido por nada mais nada menos que pelo direito de administrar justiça e exercer funções públicas; algumas destas, todavia, são limitadas quanto ao tempo de exercício, de tal modo que não podem de forma alguma ser exercidas duas vezes pela mesma pessoa, ou somente podem sê-lo depois de certos intervalos de tempo prefixados." (ARISTÓTELES. Política. Brasília: UnB, 1985.)
Com base no texto de Aristóteles, podemos definir a cidadania:
Pelo sobrenome, que define se determinada pessoa pertence a uma família que lhe fornece o direito de exercer a cidadania.
Pela fé que demonstra nas atividades religiosas.
Pela participação nas decisões políticas.
Pelo prestígio social conquistado entre a alta classe.
Pelo acúmulo de riquezas que um indivíduo consegue durante a vida.

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