Ed
há 3 meses
Vamos analisar cada uma das opções para identificar qual delas apresenta uma prática NÃO RECOMENDADA na amostragem de solo e tecido vegetal: Opção A: Evitar coletar amostras de solo em pontos atípicos, como formigueiros, carreadores e covas de adubo, pois esses locais não representam a média da fertilidade da área. - Esta é uma prática recomendada, pois amostras de locais atípicos podem distorcer os resultados. Opção B: Na amostragem foliar, coletar folhas danificadas, doentes ou aquelas cobertas por poeira para garantir que o laboratório avalie a amostra mais representativa do campo. - Esta é uma prática NÃO RECOMENDADA, pois folhas danificadas ou doentes não representam a saúde geral da planta e podem comprometer a análise. Opção C: Na amostragem de solo, coletar 15 a 20 subamostras em zigue-zague por talhão homogêneo, na profundidade padrão de 0-20 cm para culturas anuais. - Esta é uma prática recomendada, pois garante uma amostra representativa. Opção D: Utilizar trado ou pá de corte limpos na coleta de solo e evitar a amostragem logo após a aplicação recente de fertilizantes, o que poderia distorcer os resultados de disponibilidade. - Esta é uma prática recomendada. Opção E: Enviar o material vegetal (folhas) para o laboratório após secagem em estufa a 60-65°C até peso constante, para evitar a fermentação durante o transporte. - Esta é uma prática recomendada. Portanto, a alternativa que apresenta uma prática NÃO RECOMENDADA é: Opção B.
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