Ed
há 2 meses
Vamos analisar as alternativas apresentadas considerando o quadro clínico da paciente, que está com 41 semanas de gestação, assintomática e com um perfil biofísico fetal normal. (A) Orientar repouso domiciliar, com planejamento da indução do parto após 42 semanas. - Essa opção é válida, pois a indução do parto é geralmente considerada após 42 semanas, mas não aborda a necessidade de monitoramento mais próximo. (B) Solicitar dopplervelocimetria obstétrica para avaliar o bem-estar fetal e planejar o manejo com base no resultado. - Embora a dopplervelocimetria possa ser útil, a paciente já apresenta um perfil biofísico normal, o que pode não justificar essa solicitação imediata. (C) Realizar amnioscopia para verificar a presença de mecônio no líquido amniótico e planejar o manejo com base no resultado. - A amnioscopia não é uma conduta padrão nesse contexto, especialmente se não há sinais de mecônio ou complicações. (D) Solicitar perfil biofísico fetal e cardiotocografia a cada 2 a 3 dias e planejamento da indução do parto até 41 semanas e 6 dias. - Essa opção é a mais adequada, pois envolve monitoramento frequente do bem-estar fetal e considera a proximidade da indução do parto, que é uma prática comum após 41 semanas. Portanto, a alternativa correta é: (D) solicitar perfil biofísico fetal e cardiotocografia a cada 2 a 3 dias e planejamento da indução do parto até 41 semanas e 6 dias.
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