Ed
há 3 dias
Para responder a essa questão, precisamos analisar as informações fornecidas sobre o teste diagnóstico e a situação clínica da paciente. 1. Probabilidade pré-teste: 15% de chance de apendicite. 2. Sensibilidade do teste: 92% (alta sensibilidade significa que o teste é bom para detectar a doença quando ela está presente). 3. Especificidade do teste: 65% (moderada especificidade significa que há uma chance considerável de falsos positivos). Agora, vamos analisar as alternativas: a) O resultado positivo reduz a probabilidade da doença, já que a sensibilidade é maior que a especificidade. - Isso não está correto. A sensibilidade alta indica que o teste é bom para detectar a doença, não que a probabilidade da doença diminui. b) A probabilidade pós-teste aumenta, mas o teste ainda pode gerar falsos positivos devido à moderada especificidade. - Esta opção é correta. A alta sensibilidade aumenta a probabilidade de que a paciente realmente tenha a doença após um teste positivo, mas a especificidade moderada significa que ainda há uma chance de falsos positivos. c) O teste tem baixa utilidade clínica, pois sensibilidade e especificidade abaixo de 95% tornam-no inútil. - Isso não é verdade. Um teste pode ser útil mesmo com sensibilidade e especificidade abaixo de 95%, dependendo do contexto clínico. d) O teste confirma o diagnóstico, pois alta sensibilidade significa alta precisão para confirmar doença. - Embora a alta sensibilidade indique que o teste é bom para detectar a doença, não significa que ele confirma o diagnóstico, especialmente com uma especificidade moderada. Portanto, a alternativa correta é: b) A probabilidade pós-teste aumenta, mas o teste ainda pode gerar falsos positivos devido à moderada especificidade.