Ed
há 2 meses
Para responder a essa questão, precisamos considerar a situação de Jonas, que apresenta TEA (Transtorno do Espectro Autista) e deficiência intelectual, além de comportamentos infantis e baixa autoestima. A intervenção pedagógica deve ser adequada às suas necessidades, promovendo seu desenvolvimento e autoestima. Vamos analisar as alternativas: a) Intensificar os conteúdos escolares, a fim de controlar os comportamentos infantis e inadequados do aluno. - Essa abordagem pode ser contraproducente, pois pode aumentar a pressão sobre Jonas e não aborda suas necessidades emocionais e comportamentais. b) Aceitar os comportamentos do aluno, uma vez que, em função de sua deficiência intelectual, o mesmo não apresenta condições de melhorar nesse aspecto. - Essa opção não é adequada, pois implica em uma falta de intervenção e desenvolvimento, o que não é benéfico para o aluno. c) Demonstrar ao aluno a crença nas suas potencialidades, propondo situações em que ele possa desenvolver independência e iniciativa, melhorando, assim, o conceito que tem de si mesmo. - Esta opção é a mais adequada, pois foca em fortalecer a autoestima de Jonas e promover seu desenvolvimento de forma positiva. d) Reforçar a autoestima do aluno com elogios e aguardar seu amadurecimento natural, a fim de que seu desenvolvimento e potencial de aprendizagem acadêmica sejam atualizados. - Embora reforçar a autoestima seja importante, essa abordagem passiva pode não ser suficiente para ajudar Jonas a desenvolver suas habilidades. A alternativa que melhor se encaixa na necessidade de intervenção pedagógica para Jonas é: c) Demonstrar ao aluno a crença nas suas potencialidades, propondo situações em que ele possa desenvolver independência e iniciativa, melhorando, assim, o conceito que tem de si mesmo.
Já tem uma conta?
Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade