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Sob o ponto de vista filosófico, os valores éticos envolvidos no fato relatado envolvem problemas essencialmente relacionados
A) à legitimidade do domínio da natureza pelo ser humano.
B) a diferentes concepções de natureza religiosa.
C) a disputas políticas de natureza partidária.
D) à instituição liberal da propriedade privada.
E) aos interesses econômicos da indústria farmacêutica.
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Para responder a essa questão, precisamos analisar cada uma das alternativas em relação aos valores éticos e problemas filosóficos que podem estar envolvidos. A) à legitimidade do domínio da natureza pelo ser humano - Esta opção aborda uma questão ética relevante sobre a relação do ser humano com a natureza, que é um tema filosófico importante. B) a diferentes concepções de natureza religiosa - Embora a religião possa influenciar valores éticos, essa opção não parece se relacionar diretamente com um problema ético central. C) a disputas políticas de natureza partidária - Essa opção se refere mais a questões políticas do que a valores éticos fundamentais. D) à instituição liberal da propriedade privada - Essa é uma questão ética relevante, mas pode não ser o foco principal dependendo do contexto do fato relatado. E) aos interesses econômicos da indústria farmacêutica - Embora essa opção envolva questões éticas, ela é mais específica e pode não abranger a totalidade dos problemas éticos em questão. Considerando a análise, a alternativa que mais se relaciona com problemas éticos fundamentais sob o ponto de vista filosófico é: A) à legitimidade do domínio da natureza pelo ser humano.

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Depois de fazer parte das preocupações de importantes sociólogos clássicos, tais como Weber e Simmel, o tema da cidade volta ao centro das discussões na sociedade contemporânea. O espaço urbano é o cenário por excelência da vida pública, do trabalho, da geração de renda e riqueza, da produção e do consumo, mas também das aglomerações, do desconhecido, do caos, dos medos visíveis e invisíveis. Atualmente, muitos estudiosos têm voltado sua atenção para a análise do fenômeno urbano, entre eles, um dos mais produtivos da atualidade: Zygmunt Bauman.
Assinale a alternativa correta.
A) Nos últimos anos, o medo e a obsessão por segurança ganham espaço, sobretudo no Brasil. Paradoxalmente, vive-se em algumas “das sociedades mais seguras que jamais existiram”.
B) Agora, os medos e perigos se proliferam e advêm de todas as partes: da comida industrializada que se consome, da depressão, do estresse, das doenças cardiovasculares, da vida sedentária, da falta de emprego ou do excesso de trabalho, da exposição ao sol e das relações sexuais sem preservativos. Por isso, tem-se a impressão de que o caos está instaurado e de que não resta alternativa senão instalar câmeras de segurança, blindar os carros e construir muros.
C) O espaço urbano, por ser cenário da vida pública, por excelência, induz a um conforto que conduz à apatia, fazendo com que as pessoas não se preocupem com os problemas à sua volta.
D) Conforme não são mais necessários, os componentes das classes perigosas tornam-se os “desclassificados”: pessoas que pertencem a algum grupo social, mas não se incluem na sociedade, ficam marginalizadas.

O homem do século XXI é um homem das cidades. E cidades que, no mundo todo, se mostram cada vez mais caóticas, inospitaleiras, “monstruosas”. Mas, ao mesmo tempo, a cidade industrial do capitalismo de produção tende a ceder a vez à cidade-lazer, à cidade das compras que passagens e lojas de departamentos forneceram, no século XIX, o modelo inaugural. Desde então, a lógica exponencial do espetáculo, do divertimento e do consumo comercial não para de ganhar terreno... Mais do que nunca, o mundo hipermoderno é o da estética mercantil e do comércio consumista, que invade e reestrutura o espaço urbano e arquitetônico.
Os autores associam o novo modelo de cidades industriais do capitalismo de produção ao mundo hipermoderno, cujas características são determinadas por vários fatores, tendo como objetivos os citados a seguir, exceto
A) generalizar as estratégias de sedução estética do universo comercial e urbano, estilizadas por arquitetos e designers com imperativos acentuados de marcas.
B) ocupar a totalidade do espaço urbano com uma arquitetura comercial, que privilegia os centros das cidades e velhos bairros como locais de atração repulsivos ao consumismo.
C) planetarizar, sobretudo nas megalópoles, a financeirização, a desregulamentação e a inflação estética nos diferentes setores do universo consumatório do capitalismo artista.
D) desterritorializar constantemente os instrumentos de produção e todo o sistema social, derrubando os limites nacionais e minando as hierarquias tradicionais mediante conquista de novos mercados e novos consumidores.
E) privatizar os espaços públicos das cidades e desenvolver um sistema dominado por uma produção em massa de bens impregnados de valor estilístico e emocional e por um consumo hedonista de produtos culturais.

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