Ed
há 7 meses
Para responder a essa questão, precisamos analisar o contexto da assistência social e o que Silveira (2011) menciona sobre os ordenamentos institucionais e os direcionamentos políticos. O texto sugere que essas diretrizes têm um impacto significativo na forma como o trabalho é realizado na gestão e no atendimento à população. Vamos analisar as alternativas: a) Atribuições exclusivas de algumas categorias profissionais, seja no campo de assistência social seja na filantropia - Essa opção não reflete a ideia de reconfiguração e fortalecimento, mas sim uma exclusividade. b) O fortalecimento de todas as categorias profissionais no âmbito do SUAS, bem como a menor subordinação dos gestores municipais de assistência social - Essa opção parece positiva, mas não necessariamente reflete a crítica que Silveira faz. c) O enfraquecimento das marcas históricas de descontinuidade, frágil regulamentação democrática e residualidade das ações combinada com o assistencialismo funcional à cultura política do mando e do favor - Esta opção aborda diretamente a crítica e a transformação que Silveira menciona, indicando uma mudança positiva nas condições de trabalho. d) A melhoria da valorização e aumento salarial dos profissionais do SUAS - Embora importante, essa opção não aborda diretamente a reconfiguração do trabalho mencionado. e) O enfraquecimento da autonomia de profissionais que trabalham no Sistema Único de Assistência Social - Essa opção é negativa e não se alinha com a ideia de reconfiguração. Diante dessa análise, a alternativa que melhor se alinha com a ideia de reconfiguração do trabalho na gestão e no atendimento, conforme mencionado por Silveira, é: c) o enfraquecimento das marcas históricas de descontinuidade, frágil regulamentação democrática e residualidade das ações combinada com o assistencialismo funcional à cultura política do mando e do favor.
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