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Dano Moral ou Dano Extra-patrimonial? Qual deve ser adotado nas provas da OAB e dos Concursos?

Atualmente há duas vertentes doutrinárias:

1) A que defende o Dano Moral, o Dano Estético e o Dano Patrimonial como as únicas espécies de dano.

2) A que defende o surgimento dos novos danos, entre eles o Biológico, Existêncial, como espécies de Danos Extra-Patrimoniais, além do prórpio Dano Moral que é tido como uma das espécies do mesmo.

O problema é a não existência de concenso entre os doutrinadores e mesmo entre a jurisprudência, assim qual vertente deve-se tomar quando na realização da prova da OAB ou mesmo nos Concursos Públicos?


1 resposta(s)

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Guilherme

Há mais de um mês

A prova da OAB é bem básica, e se espelha no concurso de DPE/DPU.

A FGV como banca de concursos é mais razoável que a CESPE-UNB, e basicamente eu fiz a prova apenas fazendo interpretações principiológicas, seja em que matéria fosse. Passei na primeira fase sem problema.

O Direito em si tenta ser avesso à interpretações extremamente extensivas, por apregoar a idéia de objetividade, e jurisprudência são decisões reiteradas, não apenas uma decisão singular do STJ/STF.

Eu se fosse você, estudaria ambas: na vida de advogado correntes doutrinárias não servem para apurar verdade, mas sim para buscar determinado resultado, se possível. Na minha prova de penal, por exemplo, tive de argumentar uma tese por pura dedução do texto escrito: o juiz não havia posto agravante de reincidência, logo a ré era primária. Nenhuma correção pós-prova acertou o espelho, mas eu passei no final.

A questão é saber selecionar seu material de estudo. O melhor autor recente para mim é o Silvio Rodrigues, que simplesmente não faz verborragia. 

A prova da OAB é bem básica, e se espelha no concurso de DPE/DPU.

A FGV como banca de concursos é mais razoável que a CESPE-UNB, e basicamente eu fiz a prova apenas fazendo interpretações principiológicas, seja em que matéria fosse. Passei na primeira fase sem problema.

O Direito em si tenta ser avesso à interpretações extremamente extensivas, por apregoar a idéia de objetividade, e jurisprudência são decisões reiteradas, não apenas uma decisão singular do STJ/STF.

Eu se fosse você, estudaria ambas: na vida de advogado correntes doutrinárias não servem para apurar verdade, mas sim para buscar determinado resultado, se possível. Na minha prova de penal, por exemplo, tive de argumentar uma tese por pura dedução do texto escrito: o juiz não havia posto agravante de reincidência, logo a ré era primária. Nenhuma correção pós-prova acertou o espelho, mas eu passei no final.

A questão é saber selecionar seu material de estudo. O melhor autor recente para mim é o Silvio Rodrigues, que simplesmente não faz verborragia. 

Essa pergunta já foi respondida por um dos nossos estudantes