Ed
há 2 meses
Para classificar um idoso como frágil, é importante considerar fatores como a mobilidade, a dependência em atividades da vida diária (ADLs e AIVDs), o histórico de quedas e a autopercepção de saúde. Vamos analisar as opções: a) Sr. Mauro: Tem um tempo limítrofe no TUG (12s) e histórico de uma queda. Embora tenha uma queda, sua mobilidade é considerada boa, então não é o mais frágil. b) Dona Helena: Apresenta risco moderado de quedas e dependência parcial nas AIVDs. Ela tem algumas limitações, mas não é a mais frágil. c) Dona Isabel: Tem um TUG elevado (26s), dependência em ADLs e AIVDs, múltiplas quedas (3) e autopercepção ruim de saúde. Esses fatores indicam fragilidade significativa. d) Dona Rita: Tem desempenho intermediário no TUG (15s) e dependência parcial nas AIVDs. Embora tenha algumas limitações, não é a mais frágil. e) Sr. Arnaldo: Apresenta boa mobilidade, independência funcional e ausência de quedas. Ele não é frágil. Com base na análise, a opção que classifica corretamente o idoso como frágil é: c) Dona Isabel, devido ao TUG elevado, dependência em ADLs e AIVDs, múltiplas quedas e autopercepção ruim de saúde.
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