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Em seu início – em torno de 2003 –, a EaD (Educação a Distância) no Brasil enfrentava elevados preconceitos sob a acusação de precarizar a qualidade do ensino e, à época, merecidamente. Depreciavam-na como um supletivo da Educação Superior. Todavia, com a progressiva incorporação de tecnologias e plataformas bem mais avançadas, com a profusão de ambientes virtuais aliados a novos modelos pedagógicos, propicia-se hoje a oferta de um ensino de qualidade equiparável ao presencial. Afinal, às duas modalidades é determinante a qualidade da educação ofertada, sendo ambas indispensáveis para chegar o mais próximo possível à Meta 12 do Plano Nacional de Educação (PNE): matricular 33% dos jovens de 18 a 24 anos na Educação Superior até 2024 (seguramente inalcançável, pois atualmente o índice beira os 20%). Soma-se, às progressivas melhorias da modalidade, a incorporação, pelas Instituições de Ensino Superior, de profissionais (professores, tutores, técnicos etc.) com expertise na modalidade, além da implantação de laboratórios, videoaulas e momentos para a troca de ideias em fóruns no ambiente virtual. E, fundamentalmente, maior potência dos equipamentos e das
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Isabella Regina

há 4 dias

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há 4 dias

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