Em um final de turno no setor de radiologia, a equipe se prepara para realizar os últimos exames agendados do dia. A sala de tomografia havia recebido, minutos antes, um paciente em isolamento respiratório, que tossiu intensamente durante o posicionamento, deixando secreções na maca e no apoio de cabeça. A equipe técnica, pressionada pelo horário, considera realizar apenas uma limpeza superficial para não atrasar o próximo exame, que envolve um paciente pediátrico. Simultaneamente, outro profissional relata que, ao descartar o material utilizado no exame anterior, encontrou uma seringa com agulha descartada no recipiente errado, misturada ao lixo comum. Ele afirma que “como ninguém se feriu, não há necessidade de notificar”. Para agravar a situação, o técnico responsável percebe que há um pequeno vazamento de contraste perto da bomba injetora, provavelmente de um frasco manuseado rapidamente durante a tarde, sem registro formal. Diante desse cenário, o tecnólogo líder precisa definir imediatamente como proceder, considerando que práticas inadequadas de higienização, descarte incorreto de resíduos e omissão de incidentes representam riscos biológicos, químicos e ocupacionais importantes, além de violarem normas