Ed
há 2 meses
Para responder à sua pergunta sobre a terceira fase do método de Paulo Freire, vamos analisar as alternativas apresentadas: a) Criação das fichas-roteiro que norteiam os debates, as quais deverão servir como subsídios, sem, no entanto, seguir uma prescrição rígida. - Esta afirmativa está correta, pois Freire enfatiza a flexibilidade no uso de roteiros. b) Criação de fichas de palavras para decomposição das famílias fonéticas correspondentes às palavras geradoras. - Essa afirmativa não se encaixa na terceira fase, que não foca apenas na decomposição fonética. c) Escolha das palavras selecionadas, seguindo os critérios de riqueza fonética, dificuldades fonéticas - numa sequência gradativa das mais simples para as mais complexas, do comprometimento pragmático da palavra na realidade social, cultural, política do grupo e/ou sua comunidade. - Embora importante, essa descrição é mais detalhada do que a terceira fase requer. d) Criação de situações existenciais características do grupo. Trata-se de situações inseridas na realidade local, que devem ser discutidas com o intuito de abrir perspectivas para a análise crítica consciente de problemas locais, regionais e nacionais. - Esta afirmativa é mais relacionada à fase de problematização. e) Levantamento do universo vocabular do grupo. Nessa fase, ocorrem as interações de aproximação e conhecimento mútuo, bem como a anotação das palavras da linguagem dos membros do grupo, respeitando seu linguajar típico. - Essa afirmativa se refere a uma fase anterior do método. A alternativa que melhor descreve a terceira fase do método de Freire é a) Criação das fichas-roteiro que norteiam os debates, as quais deverão servir como subsídios, sem, no entanto, seguir uma prescrição rígida.


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