Suponhamos que você trabalhe na UBS Santa Maria e logo pela manhã tenha realizado a triagem do Lukas, de 4 meses, que chegou acompanhado de sua mãe. Ela relatou que, na semana passada, foram administradas as vacinas do 4º mês de vida (Vacina penta (DTP/HepB/Hib); VIP Vacina pólio injetável; Vacina Pneumo 10; vacina rotavírus), na sala de vacina ao lado, e que desde então a criança tem apresentado inchaço na coxa direita. A mãe, também, mencionou um episódio de febre aferida de 38,5 °C no mesmo dia da vacina, com melhora após o uso de paracetamol. No entanto, no terceiro dia após a vacinação, notou inchaço, endurecimento e vermelhidão na coxa direita, e hoje observou a saída de pus no local. Ao realizar o exame físico, você notou aumento de volume com nodulação, juntamente com sinais inflamatórios (vermelhidão e calor) na coxa direita, local da administração da vacina pentavalente. A sua primeira hipótese diagnóstica foi a de reação local esperada à vacina pentavalente, e a conduta orientada foi utilizar compressas frias no local e medicamentos analgésicos se houvesse dor.