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Durante a reforma estrutural de um hospital público, a direção decidiu ampliar a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para atender à crescente demanda de pacientes críticos. Para garantir que o projeto esteja em conformidade com a legislação vigente, foi convocada uma equipe multiprofissional para tomar decisões baseadas na RDC nº 50/2002 da Anvisa. A equipe está avaliando quais critérios são prioritários no momento de decidir sobre os espaços físicos e áreas de apoio da nova UTI. É correto o que se afirma em: A) Priorizar o número de leitos por metro para aumentar a capacidade da UTI, mesmo que isso reduza a área de circulação dos profissionais. B) Garantir que o projeto contemple áreas de apoio funcionais, circulação segura, ergonomia e conformidade com os requisitos técnicos da RDC nº 50/2002, com participação ativa de uma equipe multiprofissional. C) Reduzir o número de áreas de apoio para garantir que o setor ocupe um espaço menor dentro do hospital, priorizando a economia de recursos. D) Basear as decisões apenas na experiência de profissionais da engenharia e arquitetura, sem necessidade da participação da equipe de saúde. E) Definir a estrutura da UTI com base sempre em modelos antigos da própria instituição, sem necessidade de atualização pelas normas atuais.
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Marciano Silva

há 7 meses

prova UTI 01
7 pág.

UNIASSELVI IERGS

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há 7 meses

Vamos analisar cada uma das alternativas em relação à RDC nº 50/2002 da Anvisa, que estabelece diretrizes para a construção e reforma de unidades de saúde, incluindo UTIs. A) Priorizar o número de leitos por metro para aumentar a capacidade da UTI, mesmo que isso reduza a área de circulação dos profissionais. - Esta opção não é correta, pois a redução da área de circulação pode comprometer a segurança e a eficiência do atendimento. B) Garantir que o projeto contemple áreas de apoio funcionais, circulação segura, ergonomia e conformidade com os requisitos técnicos da RDC nº 50/2002, com participação ativa de uma equipe multiprofissional. - Esta opção está correta, pois reflete a necessidade de atender aos requisitos da legislação e garantir um ambiente seguro e funcional. C) Reduzir o número de áreas de apoio para garantir que o setor ocupe um espaço menor dentro do hospital, priorizando a economia de recursos. - Esta opção não é adequada, pois áreas de apoio são essenciais para o funcionamento adequado da UTI. D) Basear as decisões apenas na experiência de profissionais da engenharia e arquitetura, sem necessidade da participação da equipe de saúde. - Esta opção é incorreta, pois a participação da equipe de saúde é fundamental para garantir que as necessidades dos pacientes e profissionais sejam atendidas. E) Definir a estrutura da UTI com base sempre em modelos antigos da própria instituição, sem necessidade de atualização pelas normas atuais. - Esta opção também é incorreta, pois é essencial atualizar os projetos de acordo com as normas atuais. Portanto, a alternativa correta é: B) Garantir que o projeto contemple áreas de apoio funcionais, circulação segura, ergonomia e conformidade com os requisitos técnicos da RDC nº 50/2002, com participação ativa de uma equipe multiprofissional.

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Marcos, 58 anos, foi admitido no CTI após sofrer um acidente vascular encefálico (AVE) isquêmico extenso em território da artéria cerebral média esquerda. Encontra-se em ventilação mecânica, com escala de coma de Glasgow 7, uso de sonda nasoenteral e monitorização da pressão intracraniana. No momento, apresenta assimetria pupilar, rigidez de nuca e pressão arterial média de 110 mmHg. A enfermagem realiza cuidados contínuos e participa da vigilância neurológica intensiva.
Sobre o exposto, analise as afirmativas a seguir:

I. A monitorização rigorosa do nível de consciência, através da escala de Glasgow, permite identificar precocemente sinais de deterioração neurológica.

II. A assimetria pupilar pode indicar herniação cerebral e deve ser comunicada imediatamente à equipe médica.

III. A elevação da cabeceira do leito entre 30 e 45 graus contribui para a diminuição da pressão intracraniana, favorecendo o retorno venoso cerebral.

IV. A enfermagem deve manter a normotermia do paciente, pois a hipertermia pode agravar a lesão cerebral secundária.

É correto o que se afirma em:
I. A monitorização rigorosa do nível de consciência, através da escala de Glasgow, permite identificar precocemente sinais de deterioração neurológica.
II. A assimetria pupilar pode indicar herniação cerebral e deve ser comunicada imediatamente à equipe médica.
III. A elevação da cabeceira do leito entre 30 e 45 graus contribui para a diminuição da pressão intracraniana, favorecendo o retorno venoso cerebral.
IV. A enfermagem deve manter a normotermia do paciente, pois a hipertermia pode agravar a lesão cerebral secundária.
A ) I, II, III e IV.
B ) I, apenas.
C ) I, II e III, apenas.
D ) II e IV, apenas.
E ) III e IV, apenas.

Dona Margarida, 72 anos, portadora de hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus tipo 2, foi levada ao pronto-socorro após apresentar súbita fraqueza no lado direito do corpo, dificuldade para falar e confusão mental. A equipe suspeitou de Acidente Vascular Encefálico (AVE) isquêmico. O neurologista reforçou que a abordagem inicial deve ser ágil e precisa para reduzir danos neurológicos.
Com base no caso apresentado, analise as afirmativas a seguir:

I. A equipe de enfermagem deve garantir via aérea pérvia, monitorar sinais vitais e glicemia capilar, e preparar o paciente para exame de imagem urgente.
II. A administração de medicamentos antiplaquetários, como o ácido acetilsalicílico, deve ocorrer somente após a confirmação de AVE isquêmico por tomografia, para evitar riscos em casos de AVE hemorrágico.
III. A avaliação neurológica e o controle da pressão arterial são fundamentais na primeira hora de atendimento, sendo de responsabilidade da equipe multiprofissional.
IV. Em casos de AVE isquêmico confirmado, pode-se considerar o uso de trombolítico intravenoso, desde que dentro da janela terapêutica e com critérios de elegibilidade.

É correto o que se afirma em:
I. A equipe de enfermagem deve garantir via aérea pérvia, monitorar sinais vitais e glicemia capilar, e preparar o paciente para exame de imagem urgente.
II. A administração de medicamentos antiplaquetários, como o ácido acetilsalicílico, deve ocorrer somente após a confirmação de AVE isquêmico por tomografia, para evitar riscos em casos de AVE hemorrágico.
III. A avaliação neurológica e o controle da pressão arterial são fundamentais na primeira hora de atendimento, sendo de responsabilidade da equipe multiprofissional.
IV. Em casos de AVE isquêmico confirmado, pode-se considerar o uso de trombolítico intravenoso, desde que dentro da janela terapêutica e com critérios de elegibilidade.
A ) I, apenas.
B ) I, II e III, apenas.
C ) II e IV, apenas.
D ) III e IV, apenas.
E ) I, II, III e IV.

Luciana, de 29 anos, está acompanhando sua mãe, internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) após uma cirurgia cardíaca de emergência. Desde a internação, Luciana relata sensação de impotência diante dos equipamentos e da falta de informações sobre o estado de saúde da mãe. Ela afirma que o ambiente é tenso, com ruídos constantes e profissionais que parecem sempre apressados. Apesar de confiar na equipe, sente-se emocionalmente esgotada, com medo do desfecho clínico e sem espaço para expressar suas dúvidas ou emoções.
Com base no exposto, analise as afirmativas a seguir:

I. A sensação de impotência vivenciada por Luciana é comum entre familiares de pacientes críticos e está associada à limitação de participação no cuidado.
II. A ausência de informações claras e acessíveis por parte da equipe de saúde contribui significativamente para o aumento da ansiedade e insegurança dos familiares.
III. O ambiente da UTI, caracterizado por barulhos, equipamentos e movimentação intensa, pode gerar tensão emocional e estresse em quem acompanha o paciente.
IV. Mesmo quando há confiança na equipe, a falta de acolhimento e de escuta ativa pode resultar em sofrimento emocional e sensação de abandono por parte do familiar.

É correto o que se afirma em:
I. A sensação de impotência vivenciada por Luciana é comum entre familiares de pacientes críticos e está associada à limitação de participação no cuidado.
II. A ausência de informações claras e acessíveis por parte da equipe de saúde contribui significativamente para o aumento da ansiedade e insegurança dos familiares.
III. O ambiente da UTI, caracterizado por barulhos, equipamentos e movimentação intensa, pode gerar tensão emocional e estresse em quem acompanha o paciente.
IV. Mesmo quando há confiança na equipe, a falta de acolhimento e de escuta ativa pode resultar em sofrimento emocional e sensação de abandono por parte do familiar.
A ) I, apenas.
B ) I, II, III e IV.
C ) III e IV, apenas.
D ) II e IV, apenas.
E ) I, II e III, apenas.

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