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Uma gestante de 12 semanas, com histórico de homozigose do gene MTHFR, chega a maternidade com dores de cabeça e pressão arterial elevada (160x110 mmHg). A quantificação de homocisteína revela um valor de 8.7 mol/L. O médico decide iniciar o uso de anticoagulantes. A homozigose do gene MTHFR implica uma deficiência na enzima codificada por esse gene, o que pode levar ao acúmulo de homocisteína, mesmo que o valor de 8.7 mol/L esteja abaixo do limite considerado de alto risco (15 mol/L). A decisão médica se baseia na complexidade e nos riscos específicos da gestação. Qual o motivo da conduta terapêutica do médico de prescrever anticoagulante para a gestante, considerando seu histórico e os resultados dos exames? A A dor de cabeça e a pressão arterial elevada são sintomas diretos de sobrecarga de homocisteína e exigem anticoagulação imediata. A homocisteína elevada causa diretamente a hipertensão na gestação, exigindo o uso de anticoagulantes para controlar a pressão arterial. O valor de homocisteína de 8.7 mol/L é considerado perigosamente alto para gestantes, mesmo que seja dentro da normalidade para a população geral. O anticoagulante é preventivo para a deficiência de ácido fólico, comum
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DELVANI ALVES AMORIM

há 2 semanas

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há 2 semanas

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