Ed
há 2 semanas
Para responder a essa questão, é importante considerar os princípios da educação inclusiva e o papel da tecnologia assistiva. A legislação brasileira, como a Lei n. 9.394/96 e a Lei n. 13.146/15, enfatiza a importância de garantir a participação e o acesso ao currículo para todos os estudantes, especialmente aqueles com deficiência. Vamos analisar as alternativas: a) Substituir as práticas pedagógicas desenvolvidas na sala de aula regular, concentrando o atendimento exclusivamente no espaço do AEE - Isso não é adequado, pois a inclusão deve ocorrer na sala de aula regular. b) Promover a autonomia, a participação e o acesso ao currículo comum, por meio de recursos e estratégias adequados às necessidades específicas do estudante - Esta opção está alinhada com os princípios da educação inclusiva e o uso da tecnologia assistiva. c) Restringir-se ao uso de equipamentos de alta tecnologia, desconsiderando adaptações e recursos de baixo custo - Isso não é correto, pois a tecnologia assistiva pode incluir tanto recursos de alta quanto de baixo custo. d) Priorizar recursos padronizados, independentemente das características individuais do estudante e do contexto escolar - Isso vai contra a personalização necessária na educação inclusiva. e) Ser utilizado apenas em situações pontuais, com o objetivo de compensar limitações motoras, sem articulação com o trabalho pedagógico - Isso não é adequado, pois a tecnologia assistiva deve ser integrada ao trabalho pedagógico de forma contínua. A alternativa que melhor reflete o uso da tecnologia assistiva no contexto da educação inclusiva é: b) promover a autonomia, a participação e o acesso ao currículo comum, por meio de recursos e estratégias adequados às necessidades específicas do estudante.
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