Questão 3 O cinema brasileiro, historicamente, foi marcado por um forte elitismo, em que o acesso aos meios de produção exigia grande capital, formação em cursos caros (muitas vezes no exterior) e uma rede de contatos influentes para viabilizar financiamentos. Contudo, na virada do século XXI, a incorporação de tecnologias audiovisuais mais baratas e simples no cotidiano de classes populares permitiu a emergência de uma nova geração de produtores. Grupos como o Cinema de Guerrilha da Baixada (CGB) exemplificam essa mudança, operando de forma autodidata e fabricando táticas para potencializar recursos escassos em contextos de não especialização. LEROUX, Liliane. Táticas do cinema de guerrilha da baixada para transitar entre o popular e o artístico. Polêmica, v. 17, n. 1, p. 01-23, jan./mar. 2017. Considerando a transição do modelo de produção cinematográfica descrito, a característica fundamental que define o "cinema de guerrilha" conforme o estudo de caso do CGB é a Alternativas Alternativa 1: dependência de editais governamentais de fomento à cultura regional. Alternativa 2: busca por equipamentos de última geração para emular o padrão global. Alternativa 3: especialização técnica prévia dos membros em escolas formais de cinema. Alternativa 4: fabricação de um repertório de táticas para viabilizar a criação com o que se tem. Alternativa 5: exclusão de elementos da vida cotidiana local para atingir uma estética universal.