O Land Grabbing é um fenômeno global que se intensificou dramaticamente a partir da crise mundial de alimentos de 2007-2008. Esse termo se refere à aquisição ou ao arrendamento de vastas extensões de terra em países em desenvolvimento por parte de atores estrangeiros. A urgência em controlar terras agricultáveis foi motivada por fatores conjunturais. Naquele período, a alta dos preços dos alimentos no mercado internacional gerou pânico em países dependentes da importação, levando nações com alta densidade populacional e escassez de terra e água, como a China, a Coreia do Sul e países do Golfo, a iniciar uma corrida para (I) fora de suas fronteiras. Esse movimento foi posteriormente intensificado pela crise financeira de 2008, que impulsionou investidores a buscarem ativos seguros, e pelo “boom” dos (II). A opção que preenche corretamente e sequencialmente as lacunas (I) e (II) é: (I) diversificar a matriz energética; (II) créditos de carbono. (I) financiar a agricultura de subsistência local; (II) programas de combate à desertificação. (I) apoiar a agricultura familiar; (II) subsídios agrícolas. (I) controlar terras agricultáveis; (II) biocombustíveis. (I) investir em infraestrutura portuária; (II) fundos de pensão nacionais.