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Assinale a opção em que todas as palavras estão grafadas corretamente:
a) entitulado - gerimum - sargeta - tigela
b) magestade - maizena - cerejeira - ferruginoso
c) pagem - ogeriza - diligência - gorjeta
d) rigidez - exceção - megera - submersão
e) cangica - disperção - extenso - mixto
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Vamos analisar as palavras de cada alternativa: a) entitulado (incorreto, o correto é "intitulado") - gerimum (correto, é um tipo de abóbora) - sargeta (incorreto, o correto é "sarjeta") - tigela (correto) b) magestade (incorreto, o correto é "majestade") - maizena (correto, nome comercial) - cerejeira (correto) - ferruginoso (correto) c) pagem (correto) - ogeriza (incorreto, o correto é "ogeriza" não existe, o correto seria "ogeriza" não é palavra, talvez "ogeriza" é erro) - diligência (correto) - gorjeta (correto) d) rigidez (correto) - exceção (correto) - megera (correto) - submersão (correto) e) cangica (incorreto, o correto é "cangaça") - disperção (incorreto, o correto é "dispersão") - extenso (correto) - mixto (incorreto, o correto é "misto") A única alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente é a alternativa d). Resposta correta: d) rigidez - exceção - megera - submersão

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Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 05.

O amor bate na aorta

Cantiga de amor sem eira nem beira, vira o mundo de cabeça para baixo, suspende a saia das mulheres, tira os óculos dos homens, o amor, seja como for, é o amor.

Meu bem, não chores, hoje tem filme do Carlito.

O amor bate na porta o amor bate na aorta, fui abrir e me constipei. Cardíaco e melancólico, o amor ronca na horta entre pés de laranjeira entre uvas meio verdes e desejos já maduros.

Entre uvas meio verdes, meu amor, não te atormentes. Certos ácidos adoçam a boca murcha dos velhos e quando os dentes não mordem e quando os braços não prendem o amor faz uma cócega o amor desenha uma curva propõe uma geometria.

Amor é bicho instruído.

Olha: o amor pulou o muro o amor subiu na árvore em tempo de se estrepar Pronto, o amor se estrepou. Daqui estou vendo o sangue que escorre do corpo andrógino. Essa ferida, meu bem, às vezes não sara nunca, às vezes sara amanhã.

Daqui estou vendo o amor irritado, desapontado, mas também vejo outras coisas: vejo corpos, vejo almas vejo beijos que se beijam ouço mãos que se conversam e que viajam sem mapa. Vejo muitas outras coisas que não ouso compreender…

(Carlos Drummond de Andrade)
Analise o trecho abaixo:

Entre uvas meio verdes, meu amor, não te atormentes.
Certos ácidos adoçam a boca murcha dos velhos e quando os dentes não mordem e quando os braços não prendem o amor faz uma cócega o amor desenha uma curva propõe uma geometria.

Nele há:
a) 2 advérbios, 1 preposição e 2 conjunções;
b) 4 advérbios, 3 preposições e 3 conjunções;
c) 2 advérbios, 2 preposições e 1 conjunção;
d) 4 advérbios, 2 preposições e 4 conjunções;
e) 1 advérbio, 3 preposições e 1 conjunção.

Leia o texto abaixo para responder às questões de 06 a 08.

Insônia infeliz e feliz - clarice Lispector

De repente os olhos bem abertos. E a escuridão toda escura. Deve ser noite alta. Acendo a luz da cabeceira e para o meu desespero são duas horas da noite. E a cabeça clara e lúcida. Ainda arranjarei alguém igual a quem eu possa telefonar às duas da noite e que não me maldiga. Quem? Quem sofre de insônia? E as horas não passam. Saio da cama, tomo café. E ainda por cima com um desses horríveis substitutos do açúcar porque Dr. José Carlos Cabral de Almeida, dietista, acha que preciso perder os quatro quilos que aumentei com a superalimentação depois do incêndio. E o que se passa na luz acesa da sala? Pensa-se uma escuridão clara. Não, não se pensa. Sente-se. Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da noite pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o quê? O nada. E o telefone à mão.

Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente acordar no meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído. Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.
Os recursos coesivos são mecanismos linguísticos usados para o estabelecimento das relações de sentido em um texto. Neste, serviram para
a) Condicionar a narrativa sobre os benefícios da insônia para as pessoas na primeira parte e os malefícios, na segunda parte;
b) Relatar as sensações ruins causadas pela insônia, na primeira parte, e as sensações boas, na segunda parte do texto;
c) Designar todos os benefícios de se estar acordado por conta da insônia, mesmo com certos prejuízos à saúde, principalmente na segunda parte do texto;
d) Apresentar, totalmente, que só há prejuízos ficar acordado por conta da insônia;
e) Especificar os malefícios e benefícios da insônia na primeira parte do texto.

A concordância está de acordo com a norma-padrão em:
(A) Vai acontecer muitas inovações no século XXI.
(B) Existe cientistas que investigam produtos para 2050.
(C) A maioria dos brasileiros acredita que o mundo vai melhorar.
(D) O passeio aos planetas e às estações espaciais vão ser normais no futuro.
(E) Daqui a alguns anos, provavelmente haverão lojas com robôs vendedores.

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