Logo Passei Direto
Buscar
Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais (ECA, art. 5º). Dessa forma, nenhuma criança ou adolescente pode sofrer violações de seus direitos fundamentais baseadas em violências motivadas por homotransfobia, principalmente porque se trata de um ser em desenvolvimento, em fase inerente à vida de qualquer pessoa, marcada pela busca de autoconhecimento e de afirmação de sua identidade.
Segundo o ECA, como são tratados os atos de violência motivados por homotransfobia contra crianças e adolescentes?
a) São considerados violações graves dos direitos fundamentais e punidos conforme a lei.
b) São tolerados desde que não causem danos físicos.
c) São tratados como questões familiares sem intervenção legal.
d) São punidos apenas se ocorrerem em ambiente escolar.
User badge image
Aprendendo Através de Exercícios

há 2 semanas

Respostas

User badge image

Ed Verified user icon

há 2 semanas

Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), qualquer forma de violência, discriminação ou opressão contra crianças e adolescentes, incluindo aquelas motivadas por homotransfobia, são consideradas violações graves dos seus direitos fundamentais e são punidas conforme a lei. Portanto, a alternativa correta é: a) São considerados violações graves dos direitos fundamentais e punidos conforme a lei.

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0

Ainda com dúvidas?

Envie uma pergunta e tenha sua dúvida de estudo respondida!

Essa pergunta também está no material:

Mais perguntas desse material

Vimos um breve histórico de como as instituições policiais foram utilizadas para perseguir as pessoas LGBTQIA+ no Brasil. Como você imagina que esse dado histórico impactou a imagem que essas pessoas têm da polícia? Uma pesquisa realizada pela organização de Mídia Gênero e Número, que atua na intersecção da pesquisa, do jornalismo de dados e do debate sobre gênero e direitos das mulheres no Brasil, intitulada “Violência contra pessoas LGBTs+ nos contextos eleitoral e pós-eleitoral”, mostrou o aumento da percepção da violência pela população LGBT+ a partir de 2018 . Na pesquisa aponta-se que os dados sobre violência de pessoas GBTQIA+ no Brasil, quando existem, ainda padecem de acentuada subnotificação em razão das situações de violência que são registradas e noticiadas sem indicar sua natureza LGBTfóbica e/ou em função da grande quantidade de casos que sequer chegam a público: 92,5% consideraram que as violências contra pessoas LGBT+ aumentaram durante as eleições, no segundo semestre de 2018. Dentre elas, 80% afirmaram que a violência aumentou muito e 12,5% perceberam que a violência aumentou , pouco; 87% dos respondentes afirmaram ter tomado conhecimento de violências cometidas contra conhecido ou pessoa próxima LGBT+ e, dessa amostra, 83% alegaram que as pessoas próximas LGBT+ estavam relacionadas ao contexto eleitoral de 2018; 95,5% afirmaram existir um clima de escalada de violência contra pessoas LGBT+ ao longo do segundo semestre de 2018 e nas primeiras semanas de 2019; 51% das pessoas LGBT+ consultadas responderam ter sofrido algum tipo de violência motivada por sua orientação sexual e/ou identidade de gênero durante as eleições de 2018, sendo esta percepção variável entre os segmentos da população LGBT+: no caso dos homens trans, 75% afirmam que sofreram algum tipo de violência e no caso de pessoas não-binárias, 83%. Dos 51% de pessoas consultadas que responderam ter sofrido algum tipo de violência, 53% são pretas e pardas; A maior parte das violências ocorrem em ruas/espaços públicos (83%). A violência verbal foi mencionada por 94% das pessoas entrevistadas. 86% dos agressores eram desconhecidos. Entre as pessoas que foram vítimas da violência, a maior parte delas sofreu violência mais de três vezes (47%); três vezes (12%); duas vezes (20%) e uma vez (21%). A pesquisa mostrou, ainda, a elevada subnotificação. Perguntadas sobre a medida tomada em relação à perseguição, agressão ou ameaça sofrida em ambientes diversos, apenas 7% buscaram auxílio de força policial ou autoridades e 6% registraram boletins de ocorrência. Quando a pergunta muda o contexto da perseguição, agressão ou ameaça para as redes sociais, apenas 2% registraram boletins de ocorrência. Esses dados mostram a extrema desconfiança e descrédito das pessoas LGBTQIA+ acerca do trabalho das polícias no Brasil. Você faz parte dessa mudança cultural e consequente promoção de cidadania. Estar neste curso é um passo muito importante neste sentido.
Como você imagina que esse dado histórico impactou a imagem que essas pessoas têm da polícia?

Mais conteúdos dessa disciplina