Ed
há 3 meses
Vamos analisar as alternativas com base no que se sabe sobre a influência das brincadeiras infantis na fase adulta: a) Fala sobre compensação por falta de recursos tecnológicos na infância, especialmente para o gênero masculino, preferindo jogos eletrônicos. Isso é uma generalização e não necessariamente uma influência direta do brincar infantil na vida adulta. b) Afirma que, por meio de experiências lúdicas, o adulto se auto-revela, partilha sentimentos, desenvolve autoestima e amplia a expressão, ajudando a lidar com pressão, como no trabalho. Essa alternativa está alinhada com estudos que mostram os benefícios do brincar para o desenvolvimento emocional e social do adulto. c) Diz que se a cultura lúdica era inexistente na infância, o adulto não brincará. Isso é muito rígido e não considera que o adulto pode resgatar o lúdico independentemente do ambiente infantil. d) Foca no lúdico para pais e educadores, mas a questão é sobre a influência das brincadeiras infantis na fase adulta do indivíduo, não sobre o papel do adulto como educador. e) Afirma que áreas do cérebro ficam em repouso e liberam dopamina quando o adulto brinca. Embora o brincar possa liberar dopamina, a ideia de áreas do cérebro em repouso não é correta. Portanto, a alternativa correta é: b. por meio de experiências lúdicas, o adulto se auto-revela, partilha sentimentos, emoções, tem sua autoestima mais desenvolvida e amplia sua forma de expressão, tendo mais condições, assim, de lidar com momentos de pressão, como em ambientes de trabalho competitivos, por exemplo.
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