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Jorge Silva, segurado empregado do Regime Geral de Previdência Social, sofre acidente do trabalho que gera incapacidade temporária para o trabalho por dois anos. Após o referido interregno, Jorge tem alta médica e retorna para o trabalho. Após o retorno, busca, junto ao INSS, prestação previdenciária denominada de “auxílio-acidente”.
Sobre o referido contexto hipotético, é correto afirmar que
a) Jorge Silva terá de demonstrar, para a concessão do benefício desejado, que a sequela física que possui é decorrente de acidente de trabalho, sob pena de indeferimento da prestação.
b) a prestação previdenciária apontada é automaticamente concedida aos segurados da previdência social incapacitados por mais de dois anos, cabendo, portanto, o pagamento.
c) Jorge Silva, desde que comprovadamente sequelado pelo acidente que o atingiu, faz jus à prestação previdenciária desejada, cabendo a concessão pelo INSS.
d) o direito ao benefício desejado carece de demonstração de sequela produzida pelo acidente, de forma permanente, que seja capaz de gerar redução da capacidade laborativa de Jorge.
e) na situação narrada, não é viável a concessão do auxílio-acidente, pois Jorge já usufruiu da prestação previdenciária devida por incapacidade temporária para o trabalho decorrente de acidente do trabalho.
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Praticando Para Aprender

há 5 horas

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há 5 horas

Vamos analisar passo a passo: - Jorge sofreu acidente de trabalho que gerou incapacidade temporária por dois anos. - Após alta médica, ele retornou ao trabalho. - Agora busca o auxílio-acidente, benefício previdenciário. O auxílio-acidente é um benefício concedido ao segurado que, após consolidação das lesões decorrentes de acidente de trabalho, apresenta sequela que reduza sua capacidade para o trabalho habitual, mesmo que não esteja mais incapacitado temporariamente. Analisando as alternativas: a) Incorreta. Jorge não precisa demonstrar a sequela para concessão do auxílio-acidente? Na verdade, a comprovação da sequela é essencial. b) Incorreta. O benefício não é concedido automaticamente após dois anos de incapacidade temporária. c) Correta. Jorge, comprovadamente sequelado pelo acidente, tem direito ao auxílio-acidente. d) Incorreta. O direito ao benefício exige demonstração de sequela permanente que reduza a capacidade laborativa. e) Incorreta. O fato de ter recebido auxílio-doença acidentário não impede a concessão do auxílio-acidente. Portanto, a alternativa correta é: c) Jorge Silva, desde que comprovadamente sequelado pelo acidente que o atingiu, faz jus à prestação previdenciária desejada, cabendo a concessão pelo INSS.

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Lucas é empregado numa indústria de calçados há sete anos, tendo sido preso em flagrante delito pela suposta prática do crime de homicídio. Lucas encontra-se detido na delegacia de polícia local, aguardando seu julgamento. O empregador de Lucas, ao saber da prisão, considerou o contrato de trabalho rompido por justa causa, pois não pretende manter um criminoso no seu quadro de empregados. A família de Lucas (esposa e três filhos menores) está em desespero, pela prisão em si e porque ele era responsável pela manutenção da família com o salário mensal de R$ 1.000,00 (mil reais) que ganhava.
Diante dessa situação, assinale a afirmativa correta.
(A) A empresa agiu corretamente, porque Lucas foi preso, e a sua família deverá procurar a secretaria de assistência social do Município para recebimento de eventual benefício.
(B) O empregador, por não haver condenação criminal transitada em julgado, não pode romper o contrato por justa causa, já que ele se encontra interrompido; assim, o salário continuará a ser pago pela empresa à família.
(C) A justa causa se impõe diante da gravidade do crime cometido, mas a família não ficará desamparada, pois receberá auxílio-reclusão do INSS.
(D) A prisão por si só não gera justa causa, e a família, durante esse período, receberá auxílio-reclusão do empregador de Lucas.
(E) A família de Lucas terá direito ao auxílio-reclusão, pago pelo INSS, e a prisão ocorrida não gera justa causa, pois não há condenação criminal final.

Matheus era portador de uma doença antes de se filiar ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS). Após ser admitido como empregado em uma empresa, e por conta das condições adversas de trabalho, a doença de Matheus comprovadamente se agravou, a ponto de impossibilitá-lo de trabalhar, ficando afastado do serviço por mais de 15 dias; consequentemente, foi encaminhado ao INSS.
Considerando os fatos narrados e a previsão contida na Lei previdenciária, assinale a afirmativa correta.
a) O segurado em questão receberá metade do auxílio por incapacidade temporária porque já portador da doença antes de entrar para o RGPS.
b) Matheus não receberá auxílio por incapacidade temporária por se tratar de doença pré-existente ao ingresso no RGPS.
c) Matheus poderá receber aposentadoria por incapacidade permanente em razão do agravamento da doença, mas não auxílio por incapacidade temporária.
d) Matheus receberá auxílio por incapacidade temporária porque houve agravamento da doença após seu ingresso no RGPS.
e) Somente haveria direito ao auxílio por incapacidade temporária se houvesse progressão da doença, mas não agravamento, pelo que Matheus não receberá o benefício.

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