Os costumes constituem uma das fontes mais antigas do Direito Internacional. Para que estes adquiram normatividade jurídica, dois elementos são necessários: (a) elemento objetivo (inveterata consue- tudo), prática reiterada, e o; (b) elemento subjetivo (opnio juris), reco- nhecimento parte dos atores internacionais de que aquela prática é juridicamente vinculante. Dessa forma, é correto afirmar que: As práticas centenariamente re- conhecidas pelos Estados deter- minam os costumes internacio- A nais, pois a duração contínua e convergente demanda um lapso secular para provar sua força jurídica. As práticas reiteradas podem ser evidenciadas tanto em práticas